Arlindo C. Jr. @ArlindoCJr
Poema

Barreira do som

Quando ninguém esteve acreditando em você; quando ninguém te deu o orçamento necessário dos motivos; quando você era apenas um pupilo, nascido E caído de um gesto empírico, alguém estendeu a mão acreditando. Um compartilhamento de almas, uma fibra óptica de ideias. Quando estiveres num plano de confusão, lembra-te daquele que pegou em sua mão, que contou em seu ouvido um leve "eu confio". Ressuscite pela noite. Este é meu pupilo, este é meu filho, um ser criado por várias mães e vários pais. O desejo de um fruto nascido proibido que criou leis próprias com as mãos de outros (reis.) [e rainhas.]

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