Processo Natural
Lembre-se, pupilo: A entropia e a organização, A feiura e a benção Presente nos objetos; É uma fortaleza do ser, Partida de suas conexões neurais. Minha amada, não se desespere. A serva guiará nosso feto, Nosso primogênito crescido num Lar de misericórdia. Pegue sua lâmina e o sacrifique No alto da colina No nome Daquele que O concedeu. Derrube tudo, você é humano demais. O linfa correndo quente Nas suas veias, Na roupagem de empregado, Mas agindo como Um animal microscópio Independente, Tal qual seu dono. Estou paralisado, mas belo Demais nessas fibras Que me tecem no espaço. Cada pedaço meu ainda resistirá Após minha morte, Vagando entre cada spin E entrelaçamento quântico, Porque minha meia-vida é Autossuficiente. Não precisamos mais de ti, Pai... Se o teto que nos deu É teu veu, Então nada é tu. O teto se ergue sozinho Pela própria vontade De se erguer. Somos apenas peças E consequências, Essa é a probabilidade
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