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Quero o vento Quero o final de tarde Olhar pela janela e sentir que é domingo Agradecer a Deus por este dia Amar algo novo Uma pintura Um livro Um conto Uma história - Anne Chaves
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@Anne_Chaves · desde 2020
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Quero o vento Quero o final de tarde Olhar pela janela e sentir que é domingo Agradecer a Deus por este dia Amar algo novo Uma pintura Um livro Um conto Uma história - Anne Chaves
Continuar lendoQue dia lindo! - Ela exclamou. Se parece com as paisagens de uma pintura de outrora. Sabe? - Ah! Como as fotos tiradas dos momentos? Pode se dizer que sim. - Ela afirmou. O dia faz seu coração palpitar e por sua vez, sua mente busca respostas para essa ação. Ela está voltada para um tempo distante. -Pensou. Quando sentimos, traduzimos da memória e dos momentos as nossas emoções: nos quadros, nas fotos, nas músicas, nos textos... E como eu poderia esquecer? - Se indagou. Naquele tempo, em um lindo dia parecido com o de hoje, eu desejava vivê-lo para sempre. Alí, dentro da moldura da Cidade Imperial.
Continuar lendoOs olhos dele são os mais lindos que já vi. A pele mais suave O rosto desenhado Cabelos encrespados perfeitamente esculpidos Manias chatas incontáveis Metódico, rústico e excêntrico Músico, cantor e artista Escritor, poeta e conquistador. É fácil mudar o mundo por ele Mas nunca mudá-lo para o mundo. É essência, é vento, fases, conceito, luz, viagem, diversão, bipolar e cíclico. Tão mutável.. Ele te inspira e te destrói. Ele pode conseguir o mundo ou simplesmente mudá-lo.
Continuar lendoSomos bons no que fazemos. Quebramos os corações, os presentes, os dejúrios, a história Se não cumprimos o juramento de amor, que tal não cumprirmos a promessa de distância? Te passo um café, não se demora Tô aqui aguardando o dia que você volta Pode vir, pousa, depois cê sai para velejar E quem sabe um dia em alto mar A gente perceba que fomos um em um milhão
Continuar lendoOs dias se passam e vamos vivendo outros momentos. Mas depois que aprendemos a viver histórias é difícil estar de conto em conto.
Você sabe o quanto tentei Te coloquei em primeiro lugar Mudei quem eu era E mesmo que não reconheça Eu mesmo, tenho as cicatrizes como provas Então agora, eu desisti ...
Então reflito: Acho que o nosso amor é de outras vidas. Fadados a se encontrar, porém destinados a se perder.
Fênix e Albatroz A cada despedida era sentida.. A cada ''até amanhã'' relutava no pensamento do quão dolorido seria se partisse. Imagina? Alguém ir e não voltar mais? Seu ponto de início, em longínquos -22.9176248º e -43.6834907º. A cada passo que era dado, percebia que não era no porto que seria feito o sua casa. Sua morada era fazer do voo o seu lar Percebeu, então, que se tratava de um albatroz E que não existiria pouso, que sua jornada seria em alto mar. Se deslumbrando com o próximo pôr do sol em cada canto do oceano. Quando foi visto, já estava longe demais para alcançar. Apenas garrafas postas ao mar com bilhetes escritos emergindo nas ondas das águas. Nunca mais fora visto. Sem rastros, detalhes e respostas. Nada. Quando queimou, se percebeu. E enquanto caminhava, deixava as próprias cinzas pelas trilhas. E em cada parte de si desfazia. Pobre ave, agora miserável estava a morrer. Compreendeu, então, que se tratava de uma Fênix. E que não existiria ressurgimento sem queimar, sua jornada era existir sem perder a sua essência a cada novo ciclo. Mais forte, entregava esperanças aos ventos, levava ensinamentos. As asas majestosas, num brilho maior que dois sóis no céu. O seu corpo e vontades exalavam liberdade. Sendo criado para a felicidade. Do alto da montanha, seus olhos refletiam como as chamas de seu interior. E em um bater de asas levantou seu voo. Naquele instante, enquanto voava avistou o mundo. Ressurgiu.
Continuar lendoQual o nome da tua saudade? Daquela! Parada num banco de praça. Qual o nome da tua memória? Daquela! A que faz o teu peito suspirar. Qual o nome do teu devaneio ? Daquele! O que tu chama de casa. Sabe aquelas praças que nos dão asas? Vivo à procurar de praças! As mais belas, as que possuem gente. Gente alegre, gente emocionada, gente. Tendo o sol que alumia e queima minha pele, o vento que toca meu nariz e balança meus cabelos, compondo o romântico cenário verde que desenha a paisagem. Qual o nome das tuas histórias? Daquelas que você se admira, chora ou dá gargalhadas? Qual o nome da tua memória? A minha: "O sonho de uma noite de verão"
Continuar lendoVocê está presente em todo canto. Menos ao meu lado. E isso... Dói.