Julgamentos
Não posso me enxergar Mas a ti eu vejo, A ele eu percebia no futuro, quanto a mim, só me restava o passado e nunca pensei no agora; Os olhos daquela mulher eram deslumbrantes e brilhantes, entretanto, arranco os meus e os lanço fora, pois eu não os noto mesmo sendo importantes; Muito me custa para me sentir e me somar ao mundo, e ser para o bem, sobretudo, não me refletir para o mal e ao tormento; Que a pauta do meu espírito seja favorável para aquilo que minha carne não soube alcançar, minha alma não conhecerá o tormento deste miserável julgamento. -Ana Messias
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