Maldita fábrica
Maldita Fábrica! Dedico estes versos à minha última lágrima desta preciosa madrugada... Quero ser a ferrugem da fábrica das bolhas que me prendem. Estou planando em um céu finito em uma máquina perpétua. Quero fazer uma viagem para fora do planeta e viajar em um cometa com a minha amada caneta, descobrir uma nova realidade para fugir de minha fúnebre verdade. Sou um oito deitado e sou infinitamente o nada.
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