Foto de Ane Esther

Ane Esther

@Anerehter · desde 2026

Os poemas de 🌵AneEsther🌵 no Meu Poema: https://meupoema.com/Ane_Esther tenho 16 anos🌼 amo heavy metal e grunge.🪻🌆

14 poemas 24 seguidores 36 seguindo

Seguir

Poema cifra

A=B. Kbsejn kbsejo eb tfsqouf B=C C=D. Qfmb jlgfmjdhebef D=E. Ef ljl nftlb b gbejhb E=F. Ghohf tfs nhob bnjhb F=G. Obwfhboep fn G=H. Nfousbt wjwp vnb H=I. Gbouthb. I=J. J=K. Pcsjhben os fydsdhubs K=L. Tfv dfscsn. L=M M=N N=O O=P P=Q Q=R R=S S=T T=U U=V V=W W=X X=Y Y=Z Z=0

Continuar lendo
Vida

Realidade elétrica ⚡️

O toque abrupto da realidade Só chega após o gerador Queimar A luz que me sugava Sem se apagar. Um cheiro novo Que já estava ali Um ar que eu não sabia Sentir Um mundo que eu não Conseguia ouvir. Penso.. talvez seja melhor assim Preciso tirar o anestésico do Bolso Para ver o meu lugar de novo.

Continuar lendo
Arte

Voltar

Será?.. Será que eu consigo escrever coisas Bonitas de novo? Não prezo pela estética Prezo pelo o que sinto.

Velchaninov ( parte 1)

Ainda tenho esperança que nasçam tulipas De terra em um abismo vazio De ouro falso Saia do prumo de Svridrigáilov Dostoiévski vai usar a arma que usou em Raskolnikov Você vai sentir febre "eterno marido" Muita febre. E pior que nem terminei O primeiro capítulo, mas Já sei que vai se arrepender Da negação das Consequências De sua insolência Pungente odor De legumes dos seus Vômitos e azedumes Seu remorso te consome Seu piolho colérico Cheio de fome Diógenes o vampiro Revelará Seu niliismo Através do seu cinismo

Continuar lendo
Política

A fumaça da Amazônia.

No verão a umidade queima as samaúmas Da verdade Nós destrói sem humildade. Gera fumaça que colore Minha atmosfera Que queima quem a mim Venera Remove a minha clorofila Remove a vida das andorinhas Destrói a nossa fauna Destrói a minha flora E no lençol você se enrola Aqui criança é fumante Só porque brinca no quintal Para os de "bem" A vida dos nossos Ianomâmi, caiapó, E mundukuru Não é funcral Nossos olhos De Porto de lenha Uma cabloca E cobloco É reverênciado Como resenha A fumaça chegou na Minha porta E ninguém Se importa.

Continuar lendo

Deus brumoso

Pai nosso que estás nos céus Santificada seja a vossa dor Venha a nós o vosso sofrimento Seja feita a nossa vontade Assim na terra quanto no Subsolo A lágrima de cada dia nos dai hoje Perdoai-me a minha Sinceridade, assim Como eu perdoei Meu agressor Sua existência é sinônimo de Um jardim em uma guerra Me deixe enfiar essas flores Nos meus olhos O que tu és? Ou o que criaram para mim? Para vós? Somos pais que Obedecem o filho da até o fim Para preencher o vazio da Misteriosa e Angustiante existência Seus pais Precisam entender Que nem todos Acreditam em sua prole Você é um feto soberano Cresceu em 1500 folhas para seus pais nós doutrinar , e assassinar Livrai-me de mim Livrai-me do mal Livrai-me de todos Livrai-me dessas palavras. Amém.

Continuar lendo

Adaptação (Lençol)

Lençol Sempre tentando cobrir, mesmo quando não quer. Tão macio e sedoso no guarda-roupa, Só é retirado quando a frieira bate na derme, até da cama nunca mais sair. Lençol virou pele do indivíduo que não quer mais sentir. O vendaval chegou🌼 e isso mostra a insuficiência de sua amada ardência. Seu padre te consola, mas ele não garante a cola da sua sola. Ele te cobre, mas não enrola: você morre de hipotermia e vira a roleta da magia.🍋‍🟩 Versão antiga: Lençol — um poema de 🌵AneEsther🌵 https://meupoema.com/Ane_Esther/884704

Continuar lendo

Tempo

Você me dá medo... É só uma unidade de medida gregoriana Tão relativa... Tão abstrata, Tão antiga. Você não tem força Ou armas, Mas , destrói impérios Reis e ditadores em massa. Como pode ser tão Fascinante e terrível para nós?

Continuar lendo

Maldita fábrica

Maldita Fábrica! Dedico estes versos à minha última lágrima desta preciosa madrugada... Quero ser a ferrugem da fábrica das bolhas que me prendem. Estou planando em um céu finito em uma máquina perpétua. Quero fazer uma viagem para fora do planeta e viajar em um cometa com a minha amada caneta, descobrir uma nova realidade para fugir de minha fúnebre verdade. Sou um oito deitado e sou infinitamente o nada.

Continuar lendo

A ampulheta ⌛

Os olhos de cronos de Goya São os meus! Devorando a si mesmo Como os seus -O relógio já enferrujou, O bálsamo já foi aplicado O corpo frio no necrotério A maçã que apodreceu A questão que já se respondeu E a ampulheta sinaliza o Fim da areia dourada E eu , Parada ... No futuro Aceitando A tristeza Da entropia Alta.

Continuar lendo