A=B. Kbsejn kbsejo eb tfsqouf
B=C
C=D. Qfmb jlgfmjdhebef
D=E. Ef ljl nftlb b gbejhb
E=F. Ghohf tfs nhob bnjhb
F=G. Obwfhboep fn
G=H. Nfousbt wjwp vnb
H=I. Gbouthb.
I=J.
J=K. Pcsjhben os fydsdhubs
K=L. Tfv dfscsn.
L=M
M=N
N=O
O=P
P=Q
Q=R
R=S
S=T
T=U
U=V
V=W
W=X
X=Y
Y=Z
Z=0
Continuar lendo
O toque abrupto da realidade
Só chega após o gerador
Queimar
A luz que me sugava
Sem se apagar.
Um cheiro novo
Que já estava ali
Um ar que eu não sabia
Sentir
Um mundo que eu não
Conseguia ouvir.
Penso.. talvez seja melhor assim
Preciso tirar o anestésico do
Bolso
Para ver o meu lugar de novo.
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Será?..
Será que eu consigo escrever coisas
Bonitas de novo?
Não prezo pela estética
Prezo pelo o que sinto.
Ainda tenho esperança que nasçam tulipas
De terra em um abismo vazio
De ouro falso
Saia do prumo de Svridrigáilov
Dostoiévski vai usar a arma que usou em
Raskolnikov
Você vai sentir febre "eterno marido"
Muita febre.
E pior que nem terminei
O primeiro capítulo, mas
Já sei que vai se arrepender
Da negação das
Consequências
De sua insolência
Pungente odor
De legumes
dos seus
Vômitos
e azedumes
Seu remorso te consome
Seu piolho colérico
Cheio de fome
Diógenes o vampiro
Revelará
Seu niliismo
Através do seu cinismo
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No verão a umidade
queima as samaúmas
Da verdade
Nós destrói sem humildade.
Gera fumaça que colore
Minha atmosfera
Que queima quem a mim
Venera
Remove a minha clorofila
Remove a vida das andorinhas
Destrói a nossa fauna
Destrói a minha flora
E no lençol você se enrola
Aqui criança é fumante
Só porque brinca no quintal
Para os de "bem"
A vida dos nossos
Ianomâmi, caiapó,
E mundukuru
Não é funcral
Nossos olhos
De Porto de lenha
Uma cabloca
E cobloco
É reverênciado
Como resenha
A fumaça chegou na
Minha porta
E ninguém
Se importa.
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Pai nosso que estás nos céus
Santificada seja a vossa dor
Venha a nós o vosso sofrimento
Seja feita a nossa vontade
Assim na terra quanto no
Subsolo
A lágrima de cada dia nos
dai hoje
Perdoai-me a minha
Sinceridade, assim
Como eu perdoei
Meu agressor
Sua existência é sinônimo de
Um jardim em uma guerra
Me deixe enfiar essas flores
Nos meus olhos
O que tu és?
Ou o que criaram para mim?
Para vós?
Somos pais que
Obedecem o filho da até o fim
Para preencher o vazio da
Misteriosa e
Angustiante existência
Seus pais
Precisam entender
Que nem todos
Acreditam em sua prole
Você é um feto soberano
Cresceu em 1500 folhas
para seus pais
nós doutrinar ,
e assassinar
Livrai-me de mim
Livrai-me do mal
Livrai-me de todos
Livrai-me dessas palavras.
Amém.
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Lençol
Sempre tentando cobrir,
mesmo quando não quer.
Tão macio
e sedoso no guarda-roupa,
Só é retirado quando a frieira
bate na derme,
até da cama nunca mais sair.
Lençol virou pele do indivíduo
que não quer mais sentir.
O vendaval chegou🌼
e isso mostra a insuficiência
de sua amada ardência.
Seu padre te consola,
mas ele não garante a cola
da sua sola.
Ele te cobre, mas não enrola:
você morre de hipotermia
e vira a roleta da magia.🍋🟩
Versão antiga:
Lençol — um poema de 🌵AneEsther🌵
https://meupoema.com/Ane_Esther/884704
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Você me dá medo...
É só uma unidade de medida gregoriana
Tão relativa...
Tão abstrata,
Tão antiga.
Você não tem força
Ou armas,
Mas , destrói impérios
Reis e ditadores em massa.
Como pode ser tão
Fascinante e
terrível para nós?
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Maldita Fábrica!
Dedico estes versos à minha última lágrima
desta preciosa madrugada...
Quero ser a ferrugem da fábrica
das bolhas que me prendem.
Estou planando em um céu finito
em uma máquina perpétua.
Quero fazer uma viagem para fora do planeta
e viajar em um cometa
com a minha amada caneta,
descobrir uma nova realidade
para fugir de minha fúnebre verdade.
Sou um oito deitado
e sou infinitamente o nada.
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Os olhos de cronos de Goya
São os meus!
Devorando
a si mesmo
Como os seus
-O relógio já enferrujou,
O bálsamo já foi aplicado
O corpo frio no necrotério
A maçã que apodreceu
A questão
que já se respondeu
E a ampulheta sinaliza o
Fim da areia dourada
E eu ,
Parada ...
No futuro
Aceitando
A tristeza
Da entropia
Alta.
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