Sabe...
algo que amo
em poemas é seus
diversos sentimentos,
suas diversas versões,
seu cada significado
para uma tal pessoa.
Talvez, ele posse ser
como um livro, mas
um livro precisa-se
ler páginas e páginas
para que se sinta o
sentimento final. Mas
o poema, te da um verso
e você sente a pessoa ou
você talvez não sinta,
ou sei lá...
Um poema contem
inúmeros sentimentos,
como: tristeza, alegria,
raiva, medo, hostilidade,
ou nada.
Não é nem uma crítica a livros
Mas meus sentimentos
À poesia.
Expressão em
Estrofes.
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Flutuando como o vento
Turvo e nada leve
Apenas o olhar
Leve, porém seco!
Nude. Nu. Turvo.
Memórias de um
Mundo, oco.
Visivelmente
Turvo.
Andrine Silva
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E suas pernas
Bambiaram...
Quando o amor chegou!
Tão puro
O doce carinho
O sopro do vento...
Estrelas... não pude acordar
Era surreal!
Mas real!
-Me concede a essa dança?
Lateja cada vez mais
Esse meu coração!
Triste, porem feliz!
-Acorde! Acorde!
Acordou...
Triste... triste!
Andrine Santos
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Ah! O amor...
O amor é o ceú
Em plena terra
É um lavaredo
Mesmo tendo chuva
É o aco-íris
No meio da tempestade
Procuro-te denovo
E denovo procuro-te
Quando passou por mim
Era cor
O cheiro era flor
Mas o perdi!
Preciso novamente
Assunar-me a ti!
Desta vez está demorando
Procuro-te e nada
Chamo-te e não o ouço
A que quiprocó!
Amor...
Andrine Silva
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Eu senti!
Senti o mundo girar
Os passaros cantar
O sol raiar
Deitei-me
Acordada sonhei
Doravante descalça
Era frio e calor
Lindo sonho meu!
Mas não era sonho
Era o irreal
Do mais real
Senti a bondade
A paz
Vi as estrelas
Mesmo sendo dia
Ah! Tranquila manhã
As folhas secas caem
As formigas andam
Em trilhas
Livres do mundo
Tranquilas...
Tranquila manhã
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-Eu parei
Eu simplesmente parei
Parei de escrever
Parei de pintar
Parei de me importar
Parei de estar presente
E o mais cruel é que
Eu parei de viver
Estou cercada
Não dou um passo
E estou cercada
Olha está chuva
Está caindo
Mas não tem céu aqui
É uma prisão
Um labirinto
Na escuridão
Estou afogada sem mar
Estou na forca
Ainda sem cordas...
A moça considerada bruxa
Os salvou
E a sociedade
A matou
Por ela querer o amor
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Tudo está saindo do controle
De minhas mãos
Ou talvez,
Nunca estive no controle...
As pessoas folgam
Com suas palavras,
E eu dou a elas
Toda a confiança
Mas Que humanidade insignificante!
Quando caio, penso:
Não se corte, seja forte,
A humanidade não merece
Que você caía
Aos seus pés.
Me mostre o que você vê
Com seus olhos de mel,
Minha cara pequena...
Me mostre um novo mundo
Seja a primeira pessoa
A ser polidez
Ao menos uma vez...
Com minha pessoa!
Perdão!!
Volto a me perder novamente...
Novamente!
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Depois de tanto calor
Um dia frio
Foi o dia que não me fez
Sorrir
E não me fez
Chorar
Eu apenas senti
O nada
O vazio que se guarda
O espaço que dentro
De nós
Se reserva
Eu senti
O nada que
Nada se fala
O eco que nada se ouve
Eu senti
Nesse dia frio
Eu senti a neve
Sem ao menos
Ela cair
Eu senti o vento
Sem ao menos
Ele soprar
Nesse dia frio
Eu senti
O Nada
Sem nada
A explicar
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Tento andar nas ridículas linhas
Que me mandam trilhar,
Para lhes agradar de tal forma
Seus lábios chegam até o olhar
Por felizes, estarem
Sinto-me desconfortável
E dou uma bela tragada
Em um engolir seco
Parece que minha implacável vida
Gosta de me surpreender
Tanto quanto eu à surpreendo
Estou me tornando submissa
Dos prazeres
E contra as pessoas
Que insistem em me prender
Agora eu lutarei!
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A tristeza é solitária
A tristeza é recusada
A tristeza fica triste
Por ser tão esquecida
Que força para
Ser lembrada
E sentida
Ela é como um filho
Excluído,
Renegado,
E maltratado
A tristeza é como
A lua
Um clarão
Na escuridão
A liberdade
Da alma
Em um tempo
De prisão
Ela é alguém
Querendo ser amada
Querendo ser sentida
E querendo mostrar
Como ela faz diferença
Em nossas vidas
Apesar
De ser sofrida
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