Ano novo
O ano virou, mas nada mudou, a dor persiste, pesada, ficou. 2024, um ano de conquistas e feridas, um luto no peito, noites perdidas. Esperava que os fogos, no céu a brilhar, levassem a dor, me deixassem respirar. Mas o 5 veio, o 4 se foi, e a ferida ainda queima, não se destrói. Nem celebrar parece ter sentido, a dor me segue, um peso contido. Venha, 2025, com sua luz tão sonhada, leve o que dói, deixe a estrada renovada. Quero superações, um novo começo, deixar para trás o que me enfraqueço. Mas enquanto a noite for escura e fria, a dor no peito ainda será minha guia.
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