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Cálice

@Agoniza · desde 2026

Uma dor que não consigo expressar por palavras, apenas pelas lágrimas que me congelam a face em solidão. Morrerei em extrema agonia.

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Leve como pena

Um peso que carregava em uma só palavra, Me liberto soltando-a, Mais leve estou Em fim Está agonia morre hoje Pois como um dente-de-leão me sinto Agora consigo sentir as correntes de ar Não há mais nada que pese o meu espírito Não estou mais em agonia

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Socorro

Uso o seu amor, Me visto com ele, Vestindo o seu amor eu me sinto seguro Nada vai me atingir Pois o seu amor vai me prote... (Clack) Grr...O que!? (Clack) Uagh...(crack) Ahhhhhh... Por que? Meus... Está quebrando os meus ossos(crack) Ahh hh.. Socorro! Alquém! Minhas esperanças Foram quebradas Minha fé Se foi Como este sangue que se espalha Nesta sala escura Me observa morrendo Lentamente Em agonia

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Noite longa

Dormir? O que seria isso se eu penso em você De forma a não te pertencer mais Por que termina comigo mas não liberta a minha alma? Até quando meu coração ficará clamando E minha mente mentindo à minh'alma Quero dormir Como assim eu quero? Quero ter a tua presença Se eu dormir Eu a perco Mas se eu não dormir Eu me perco Em uma noite qualquer Vazia Solitária Sem promessas Sem o seu calor Morro agoniado por ti Te quero, Mas sóbrio estou Finjo não ligar Enquanto por dentro me encontro quebrantado Em lástima por tua causa Tormenta Amor, Até quando estarei nesta abstinência por ti Até quando vou entender... que tu não pertence mais ao meu rosário... Minha rosa... Minha bela rosa... Por que brigamos? Brigamos? Voltamos? Choramos? Clamamos? Sofremos? Dilacere o meu peito e derrame o meu sangue O sangue que estava em nossos encontros íntimos Nós seríamos Não mais Apenas conhecidos Com o seu olhar vazio, Me agonizo Morto E mesmo assim você dorme?

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Eu sou o mau

Como pôde? Trair a si mesmo Deixar de viver por passado O tempo não liga, O tempo continuo, Não se importa Estando bem ou mal Segue em frente Supere... Ou morra agonizado Vendo o seu potencial desperdiçado Escolha rápido Pois, o tempo já te superou Seguindo em frente Te trata como um desconhecido Não se lembra mais de ti

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Raíva

Me mate, me esquarteja, me torture, me quebre, só não me faça lembrar DELA, NÃO QUERO MAIS, DEUS DEUS ME OUÇA PORQUE A RAIVA DO AMOR ME M̵̼̥̥͇̓͌̐̃A̷̢̳̻̯̙͖͋̑͐͋̇̈͜͠T̴̟͓͇̼̤͓͍͍̖̏̒̈́A̷͔̾͂̈̍͊͝ ME DOI ME QUEBRA DESTROI TODOS OS PADRÕES E NORMAS NÃO QUERO MAIS SEBER DE ESTAR CERTO OU ERRADO SÓ QUERO TIRAR ESTA RAIVA DE MIM SEM SE IMPORTAR COM O QUE VÃO PENSAR ME M̵̨̢̧̨̧̨̡̬̜̭̭̦̜̙̠̥͔̠̣̺͙̞̞̪͚̫̲̯̫͙̹̠͓͇̬͚͈̘̮͇̩̪̟̹̬̰͕̬͉̳̘͈̳̻̱̖̣͕̪̯̲̫̠͇̳̠͍̼̗̟̣͉̰̻̥̲̪̯̻̲̰͖̣̝̰̰̦̟̂͗͛͗̆̈́̐͒́̈́̿̈́͛͋̓̋̆̾͊̀̈́͗̆̔͊͗̂̑̄̐̔̊̅̎̀͒͂͆̾́̏̌̇̏̊̋̎̿͂́͗͗́̅̃̓̊͑͒̽̀͑̈̇͐̈́̃̈́̀̂̈̍͘͜͜͜͝͝͝͝͝͠͝ͅͅA̵̡̢̙͔̦̝̣̼̱̱̺̪̥̲̭̙̣̰̥͂͌͂̅͜͜͝Ṯ̷̡̡̛̛͚̙̹̫̫̫̱̼̼͍̝͎̺͙̭̦͍̙̺͎͎̬̫̝͗̏͗̐͂͐̿̆͂͗̌̀̄͒̓̐̋̄̊̐̈́̐̒͂̎̈́́̈́̈́̆̋̍̓̾̆̊͂̈́̃̈́̿̋̌͗̅̀̋̒̅̔̑̿̽͋͛͛̄͐͗̌̋͗̈̊͘̕͠͝͝͝͝ͅĘ̴̨̡̨̡̧̢̡̨̢̛̛̛̯͇̱͔̯͇̣̙̪̳̭̘̠̭̟̳̗̘̱͎͚͎̹̣̟͉̠͇̰̤̬̳̬̫̗̦̮̩̹̱͈̰̘̻̯͕̠̖̩̺̹̜̼͍̳͕̣̞͇̥͚̟̯̦̻̹̫̘͇̤͙̝͖̙̬̙̫͍͇̱̠̯̰̻͙͕̺̰̪̺̰̪͋̀̒́̈́̄̈́͊̇̿͐́̈̀̈́̐̀͂̓̐̌͊͊̓̓̇̇͆̀̋̎̇̈̅͗͂͋͛̿̐̇̈́̐̃͆̿̂͐͑͆̍̂͒͗́̓̏̒̈̇̒̋͐̔͐̉̔̆̓̍͘̕̕͘͘͘͜͜͝͝͝͝͠ͅͅ DE UMA VEZ FAÇA O MEU AMOR CAIR COMO UM RAIO NA TERRA QUE UMA VEZ CHAMEI DE LAR QUERIDA DOR QUE ME TORMENTA

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Minha última carta para o meu Amor?

Seus olhos são como duas estrelas cadentes que me suplicava para te desejar. Seus cabelos, antes escuros, agora claros como chamas que me rasgam o peito de amor - uma dor vinda da dose de lembranças que me acorrenta. Seu corpo, até coberto, contemplava como se fosse uma constelação de Áries. Branca, mais alva que a neve, me convidava com o calor de seu amor para esquecer-me do mundo, e para me afogar em sua imensa paixão aos nossos olhos. Me tornaste único para ti. E você? Em um jardim de mil rosas, nos cativamos, serás sempre Única para mim. O tempo fez o meu coração se tornar o teu refém. Estou em luto, neste frio de outono, sem o seu carinho para aquecer a minh'alma em lástima, sem mais os seus sinceros "Te Amo". O seu cheiro me hidrata de lembranças. Oh, mundo cruel! Queria só mais uma vez te abraçar enquanto as lágrimas de saudades me congelam. Teu perfume finge a tua presença e traz de volta os nossos antigos encontros pela madrugada da fria manhã; mesmo em solitude, você se faz presente. Suas músicas me trazem com um efêmero consolo de um plano onde à minh'alma não Tormenta. Por um momento, eu não queria mais tomar uma dose de Você em nossas fotos. QUANDO!? Até quando esta abstinência vai fazer a minh'alma sangrar? Até onde devo me machucar para deixar Você ir? Me sinto em um limbo e, no fundo, vejo a Lua, por que se escondes? Minha Lua com os olhos castanhos sombrios, com um sorriso pálido, que me deu promessas que morreram em agonia junto a mim, no silêncio ensurdecedor. Suas cartas, seu eu sincero, com um amor que me abraça sabendo que o inevitável chegaria. Mais uma vez, recebo aquele amor puro - na névoa de outono se esvaiu - que nunca mais o verei. "Me amarias mesmo sendo uma minhoca?". Por palavras de profunda dor, te respondo, morrendo aos poucos como ílios em agonia: sim.

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