Cores, Sons e Sombras
Como o verde e o branco, Como a pomba azul da tela, De trombone, Como as esquisitices, com Tambores em tamanhos, Como cordas, em cordialidades, Em falsas expressões, Como sorrisos de gato fantasma, Que veem como vícios, Sem hora, Porque viu, não se ouviu, O motivo de tanta insistência, Tanto apreço, com presa a impulsividade, Que move a sanidade de uma vida, Agarrando a presa, antes fuga, Antes que cruzem caminhos diferentes, E a sua imagem se torne Distante como sonhos, De vaga-lumes, que escafedeu-se, Ao cumprir o sol do amanhecer.
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