NIILISMO
O chão desabou, Partiu sem aviso prévio. Empoeirada carcaça Berra sob o altar oco. Derrapa sem licença Neste omisso vácuo. “O que restou?” Apenas restos desmembrados D'um ser esquecido. “Onde estamos?” Pisando no pescoço Desta lacuna no fígado. Ó, espectra estrutura, Onde morre o teu corpo Se ele nunca nasceu?
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