ana cristina capre @6dejaneiro
Amor

o que chamam de amor

Eu não encontro meu lugar longe do seu peito um encaixe perfeito que até mesmo eu não compreendo Os jovenzinhos amantes, eles nos veem dançar na rua reconhecem que temos a alma nua e que, mesmo assim, não somos um só Somos tão diferentes, divergentes e contentes por nos acharmos num mundo tão mau Eu me lembro bem quando te vi a primeira vez, logo eu soube que seríamos aquilo que chamam de anormal Eu te tenho e você me tem, morando no seu peito você me tem e eu tenho a gente E essas são palavras que eu já repeti Mais de mil vezes em outros poemas que guardo aqui Mas é que quando a noite fica quente, O mundo fica mais abrangente e de repente, só cabe a gente noquetodoschamamdeamor.

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