m y d e m o n s; e s q u i z o p h r e n y
alvoreci novamente de uma sonata maldito sulco que invadia o meu teto subversiva percepção acúsmata juro ter visto o glóbulo ocular de um ser ímpeto sou uma criança ingênua e inconseqüente ocultei-me no franzino tecido da fronha percebo uma voz se aproximando esganicidamente intuíto maléfico e inquietante, notável peçonha antes passos curtos e sensíveis tornam-se longos e relutantes meus ouvidos tornaram-se irreversíveis a surda reverberação trêmula de sons irritantes à cada minuto piorava a situação não consigo... continuar... de... estou escutando uma respiração desculpem, esse verso não terá sua devida continuação eu vi, eu vi, parem de ler isso, a hora é pouca estão em jogo, sem dilemas eu não sou louca peçam para apagar minha conta e esse poema, façam o que digo quem ler isso terá problemas o que-- quere-m co-co--migo?. "h u m a n o s" s ão t ã o p a t é t i c o s t ã o e s t ú p i d o s c o n t r o l á v e i s e p o é t i c o s? m a s p e r s i s t e n t e s q u e n e m v o c ê n ã o o u v i r a m o q u e e l a d i s s e "d o e n t e s"!? j á q u e i n s i s t e, a d e n t r e - s e n ã o a c r e d i t a r e m m i m é o s e u p i o r e r r o j á r e v e l a d o n ã o a d i a n t a r e z a r o s e u d e s t i n o e s t á r e s e r v a d o f i q u e a t é o f i n a l p i o r s e r á a s u a c o n s e q u ê n c i a c a r n a l v e j o q u e v o c ê t e m f e r i d a s p r o f u n d a s h á b r e c h a s n a s u a s a n i d a d e g o s t a m o s d e a l m a s i m u n d a s e n t r e n a n o s s a c o m u n i d a d e Et suscipe mortem ut in nomine maiestatem Dei nostri "Dominus Deus" ridiculum est, accipere verbum est vultus sicut schizophrenic in commutationem pro dampnas status et felicitas obrigado por ler, seja bem-vindo pequeno -#Mega
Continuar lendo