Foto de Juca grilo

Juca grilo

@webert_gvs · desde 2021

Estudante de mim!

35 poemas 37 seguidores 35 seguindo

Seguir
Poema

Sobre a ataraxia

Do grego ataraktus(sem perturbações). E se tudo for uma perturbação, de se demonstrar válido, sociável. Ser munido de voz, sem limites... Arte. Movendo e removendo sensações, de um tal egocentrismo, que vive a se esgueirar pleitando a realidade. Perturbe. Uma força, movem e removem. Afinal, nos definem campeões! Os mesmos leões. Herdeiros, fruto de gerações, que moveram e removeram, se escondendo, perturbados, inteiros! Na força. Buscando, serenos e sensatos! Criança que cresce, move e remove: Criando; Crescendo; Aprendendo, lutando. "Serenos na ausência da perturbação" Vem evolução!

Continuar lendo
Poema

Auxilie-se

Se puder... Auxilie sua família . Reúna forças. Se ainda couber, auxilie a comunidade. Caso aguente... Auxilie a população. Não se limite... Extraordinar-se  ainda mais, e auxilie à humanidade. Se complete, ecossistema. Auxilie em tudo aquilo que se torne palpável à tua cede de fazer a diferença. Organize sonhos antigos, nos os deixem morrer! Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Poema

Construção abandonada

As paredes não tinham reboco, se tornaram frágeis. Não havia janelas ou portas, isso era um belo convite para quem busca um teto. Apesar de não ser confiável pois suas bases e colunas que sustenta o teto já estavam em ruínas, as ferragens saltava para fora do concreto. No quintal a vegetação que ali crescia, criava um cenário de completo abandono, lianas e cipós  abraçavam a construção. A noite parecia ser assombrada. - Não recebo visita! Mas havia um portão, se fosse um ser vivo, desejaria uma tinta com esmalte e verniz, para destacar aquela propriedade. O projeto da construção era bem dimensionado, belo e simplista! O que aconteceu? Por que foi abandonado? Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Poema

Separação

Divide as partes, cole os lados, acerte a ponta. Limpe dentro, mexa os traços. Cace as bases! Acresça junto! Olhe o todo, mude o lugar, aperte bem, lembre o fato, mire o alto, leve-o sempre! Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Poema

Reunir

São coisas de momentos. Laços, memórias... atento me! Ódio, amor, pessoas... isento me! Instantes, lapsos de felicidades, compreendo! Questiono o destino, um lamento. Passageiro de um livre pensar, o tempo. Negligencio a maturidade do andar sedento. Pertpetuo o sorriso, lembrando me, do fato de existir a vida pendendo. Oscilando, trazendo e levando o vento, rastejo na existência, aprendendo. Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Poema

Brisa

Foi uma brisa tão breve, simplesmente uma tempestade majestosa de um vendaval tenebre. Explico-me! Sabe aquela chuva mansa?! Veio e passou. E desta vez trouxe a esperança de uma nova flor. Esta é aquela brisa leve de acalanto, que molha majestosamente com pequenas gotículas o limbo foliar. O tenebre é que a tempestade pode tirar-me a terra que me sustenta, as raízes serem arrastada da rocha sedimentar. A Primavera ainda vem lá, As flores amarelas que vi ti estampar... Será que foi um presságio?! No verão apareceu um brilo, No outono este mesmo sumiu. E então estamos dizendo adeus a um inverno brilhante. Queira me explicar... Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Música

Flor de abóbora

Sinto toda falta do mundo, de tua presença, fascínio, do amarelo esculpido, do seu desabrochar... Vejo, toda beleza desejo, do seu fruto o beijo, mesmo que não vá demorar. Eu quero viver no seu amarelo, toda beleza da cor, serenidade da flor, botão a desabrochar. Eu quero é mostrar para o mundo, que o beijo profundo, pode não demorar. Linda flor de abóbora Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Poema

Coisa de minimalista

Eu só quero uma vida simples, coisa de minimalista: Compromissos simples; uma casinha com pouca vista; um quarto com poucas mobílias; uma estante com poucos livros; uma sala com poucos assentos; uma cozinha sem muitos aparatos; uma vida de poucas preocupações. Um serviço simples, a sociedade justa. A mente, raza sem muitos mistérios. Corpo sem adornos de poucos segredos, sem desejos incríveis e sonhos inatingíveis. Eu só quero uma vida simples! Coisa de minimalista. Poeta Juca Grilo

Continuar lendo
Poema

Meu mundo cibernético

Meu mundo cibernético sempre foi assim, meio no caos. Esqueço senhas, desisto de um curso, aceito um novo amigo. Há uma confusão sempre no ar. A luz do sol é a mesma e quase não a vejo! Sempre carreguei um dilema. Até que ponto minha vaidade incomoda? A desistência se torna comum, fato um. - Recriar-me, dar partida em si próprio. Nesse mundo eu também vivo de boas venturas Novos caminhos, ensinos e eu ali sentindo. Toda palavra retém aquilo que nela tem! Novas amizades, novas cores, ares e sabores. Meu mundo cibernético é assim Bem confuso de lidar, adaptar e recriar-me. Toda essa exuberância de experiências num mundo onde não sei até que ponto existo! Poeta Juca Grilo

Continuar lendo