Sediares
Batendo aquela prosa Faço banho junto a tosa Por mim ser o roceiro Amo feijãozinho tropeiro. Cozinho no fogão à lenha Haja estacas de madeira Após a franga depenada Lanço delícias da galinhada. Pimenta cheiro ou dedo de moça Mas guardei a malagueta da boa Dessa caseira sai os temperantes Com alho serão muitas reinantes. Na minha fazenda tem tranquilidade Viola absurda toca o Gino e Geno Sou recompensado aqui nos sediares Embaixo do pé de acerola pequeno. O córrego é de águas cristalinas De vez em quando pego as tilápias Releva de tatu peba ao borrachudo Escolhas ficam ditongadas no assunto. Sendo renomes pra produção qualquer Uso melhor marca sapateira da botina Terei a casca dura do adestrado jacaré Tô garrote culiado na fivela graúdinha. A RAM 3500 estacionada ali no manguezal Cachorro galo carijó mais uma jumenta velha Há vivências natas da natureza na corrutela Nunca trocaria pelo devidamente disfuncional.
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