Insanidade mental
Eu achei, com tudo em mim, que se eu tentasse, Isso desapareceria na escuridão da noite. Eu alimentava meus pecados, mastigava minha culpa, Mas nada... nada funcionava. Era eu contra mim mesmo, em guerra, Me movendo tão lenta e tão rápida, perdida no caos. Minha cabeça está prestes a explodir, A dor grita, incessante, E meu ódio se espalha como veneno nas veias. Minha sanidade? Ah, essa está escorrendo pelos meus dedos, Eu danço com a morte, flerto com o abismo. Cada vez que fecho os olhos, vejo o meu paraíso distorcido, Um mundo onde a loucura reina absoluta. Eu danço na escuridão, ela me abraça, me consome, Eu tento, oh, eu tento, mas eu nunca me encaixo. A sociedade é uma piada, uma ilusão podre, E quanto mais eu me esforço, mais eu odeio, Cada maldito segundo, cada maldito dia. Minha insanidade é meu refúgio, Fecho os olhos, e ela me abraça, mais forte, mais real. As vozes! Elas gritam todas ao mesmo tempo, Minha cabeça é um coro infernal, mas eu gosto, eu gosto! Eu flutuo sobre um mundo de almas esmagadas, Sonhos despedaçados aos meus pés, E eu voo, livre, rindo. Na minha mente? Ah, na minha mente, tudo faz sentido. Minha insanidade é minha única verdade, Ninguém entenderia, não... ninguém. Os problemas ao meu redor? Eles berram, Mas a voz... a voz na minha cabeça... Ela os sufoca, como uma risada insana.
Josué
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