A queda de um papel
Quando condensado torna-se mais rápido
mesmo com o ar resistente,
o papel aberto
cai na pura calma, sem ser inconsistente
Em um grupo condensado de pessoas,
você sempre vai querer rapidez,
ao invés de ser um papel que emite calma.
A inconsistência da natureza é extremamente fútil,
a massa controla tudo e todos torne-se um papel aberto
mesmo sozinho mantenha o controle.
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Permissão para viver tentando te esquecer
vivendo a paixão enteganto-te o meu ser perdi o meu querer , querer que é você.
Algo inexplicável vem sem Direção,
Se o amor é para todos
Onde está o meu coração.
Deus, para a sua solitude, criou o ser humano
O ser humano, para sanar a fome descobriu o pecado
O pecado causou intriga entre irmãos de sangue,
E o sangue derramado pintou o chão de carmesim
O vermelho da solitude
O vermelho do pecado
O vermelho da raiva
O vermelho do sangue.
Rosa
Rosa da paixão
Rosa da pureza
Rosa dos ventos
Guia-me em buscar da rosa do amor sincero
Rosa essa verde quase uma
Rosa azul que me fizeste acredita em amor impossível, um amor cor-de-rosas
Dei Rosas para meu amor,
Amor esse rosa
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Sopras, vento
E levastes junto a ti os meus tormentos
Tormentos esses tão grandes e imensos
Levastes esse fardo que um dia trouxestes
Legal não é? A Lua está sempre com o seu brilho e é admirada pela sua beleza, não importa a hora mas o Sol, que lhe empresta o seu brilho
so é admirado em dois momentos ao nascer e ao seu pôr
Durante o resto do dia é um enxame de reclamações
Eita que calor dos infernos!
Meu Senhor isto não é de Deus, não..
Falas hipócritas,
mas tão necessárias, pois é melhor um sábio vestido de tolo do que um tolo vestido de sábio
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Linda Morte, com seu véu de cetim, seus cabelos longos e encaracolados, seu olhar tão tímido e penetrante Quando te buscamos, tu corres
quando te evitamos
eis que nos pegas em teu colo
Então
isto é o que chamamos de bênção ou uma maldição do destino?
Em vias temporais, nem mesmo o homem imortal viverá para sempre, pois um dia ele me desejará encontrar a mais enigmática dos seres, a Senhorita do Fim.
As águas transbordando da sua fé,
Seu olhar é tão maravilhosamente enigmático
Ai de mim por não decifrar o que quero saber sobre
o que guardas de mim, riu de nervoso, desvio o
olhar por temor, mas ainda assim seu olhar me
confunde da cabeça aos pés.
De novo isto
Achei que estava afundado no fundo do peito, quase a beirar o esquecimento
Por que razão isto voltou?
Por que não consigo esquecer?
Por que não? Porquê? Porquê?
Sem resposta, limpei os meus olhos secos e senti raiva de quem conseguia chorar.