pascéu II
Asas brilhantes ícaras Radiantes lunares Estelares penas luminíferas Vindas de uma ave ametista Plaina o ar do ar que respira caça falsos brilhantes pela noite longínqua Se mistura ao rubi céu vespertino E traça a rota da noite marítima Voa aos quatro cantos do distante horizonte Se mistura aos pequenos brilhantes da lua Sussurra a anunciação de véspera longa Onde um brilhante dura o tempo de um sonho Mas na natureza violeta dá espaço a beleza E a paz se prolonga ao amor da vivência A caça é quem se caça A caça não dá flor Mesmo quando o brilho deixa fragmentos do Sol A pluma luminífera ao ouro aspira A luz ilumina tudo que há vida E o Sol caça com suas garras safiras As sombras ociosas no céu escondidas
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