BREVE POEMA XVI
A vespertina paz Brilhava em seus olhos Que as nuvens desfaz Para a estrela enxergar E a lua pintar A vespertina paz Brilhava de nossa companhia Que as nuvens davam forma E a aurora assistia E a vespertina paz Pela eternidade durava Enquanto no coração brilhava E nos olhos raiava Quando neles se encontrava E as estrelas contava
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