A Maldição do Curador
Minha alma sangra melancolia No cálice da solidão Que embriaga meu coração. Pergunto-me se ainda vivo Ou se vago como um cadáver Pois vago na escuridão Em busca de uma luz Em busca de sentir alguma emoção. Os dias se passam Nada muda Nada fica mais fácil. Talvez esta seja minha maldição: Amar sem ser amado Curar sem ser curado Fazer outros felizes Quando já não vejo Nenhum sentido na felicidade.
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