Nenhuma voz me encanta tanto quanto a tua,
Nenhum outro olhar me hipnotiza como o teu,
Nenhuma escrita tanto me encanta quanto os versos teus .
Nenhum outro "eu te amo" entoado aos meus ouvidos me provoca calafrios... Calafrios de amor. Esse amor que explode no peito, e escorre. Escorre pelas feridas de um coração rasgado, antes enfermo, mas agora curado.
Enquanto a vida machuca ao apertar, o amor aperta mais forte, e traz cura ao apertar; E rasga a alma; invade o espírito, a vitalidade é restaurada inescrupulosamente, sem receio é arrastado pela própria tempestade que é capaz de causar.
O amor é pra quem tem coragem de se deixar levar pela tempestade impetuosa que ele é.
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Sorrisos colados que antecipam o toque suave,
toco teu rosto como se fosse seda.
Tua pele macia encostada na minha,
Calor do teu corpo que aquece o meu.
Compasso cardíaco acelerado que desvenda a ansiedade que tenho em te ter pra mim.
Da textura do teu cabelo
(onde me escondi)
Às linhas do teu corpo
(onde me encontrei),
Percebo,
Essa é a hora e o lugar
Onde deveria estar
E estou.
Anseio teu corpo,
E o traço rotas com meus dedos.
Não me apresso em sair daqui,
Sequer me recordo que há um mundo lá fora,
Longe daqui,
Longe de ti.
Teu beijo me levou à lua,
Teu toque me despertou,
Tua respiração me enlouqueceu,
Aqui me encontrei,
Em ti permanecerei
Minha mão repousa
Na curvatura da tua cintura,
Acomodo minha respiração ao teu ouvido,
Nada além disso
Faz mais sentido.
Sinto tua temperatura em minha boca,
Calor acolhedor.
"Euforia":
o nome do teu sabor.
Teu corpo pede mais de mim,
E o meu pede mais de ti
Nos encontramos em nós
Tenho o universo
Ao redor dos meus dedos.
A felicidade mora aqui,
Ligeiramente nos teus beijos.
Me perdi
E me encontrei
Delirei mais uma vez
Será um sonho?
Te amo,
Te amei.
Te quero,
Te quis.
Te enxerguei
Te cheirei
Te tateei
E de uma coisa sei:
Conheci o paraíso
No momento em que te provei.
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O medo de abrir os olhos me consome
O reflexo quero evitar
Em meus próprios olhos
Não quero mais olhar
Sim, me perdi mais uma vez
Saúdo a estaca zero
Sinônimo de vulnerabilidade
Estar aqui me dá medo
O que me confunde é a felicidade
Vou mergulhar na tua alma
Quero perder o fôlego,
Me encontrar com o desespero,
Olhar a morte nos olhos,
Tua alma é o meu espelho
Em ti vou me afogar
Tu não podes me ajudar
Sinto medo e quero chorar
Mas vou continuar
Talvez assim eu aprenda
A nunca mais me apaixonar.
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Talvez fosse hora de ir embora
Aquele seria o último abraço,
Talvez, a última vez que veria sua face,
Tocaria sua mão,
Ou sentiria o teu afago.
Talvez fosse hora de ir embora,
Deixar o vento levar o que houvesse de levar.
Talvez fosse hora de ir embora,
E deixar a tua mão
Da minha deslizar
Talvez fosse hora de ir embora
Talvez, me conformar
E viver sem você
O que me custaria tentar?
Todos temos de aprender
Talvez fosse hora de ir embora
De me desprender
Deixar o tempo passar
E me reaprender
Talvez fosse hora de ir embora.
Eu já estava na porta
Ao olhar teus olhos marejados,
Com nossos corações entrelaçados
Enxerguei tua alma pela última vez
E me despedi, com minha alma em estilhaços.
Adeus, mais uma vez.
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Se meus sentimentos consistissem matéria,
No cosmo infinito não os caberiam.
Se o amor que sinto fosse mar,
Pelas suas profundezas,
Nem os peixes resistiriam.
Se expressasse o que sinto por meio de Palavras,
Nem todos os dicionários do mundo Registrariam.
É isso.
Um turbilhão!
Uma confusão!
Uma explosão...
Benéfica, e bondosa.
Uma confusão pacífica.
Um turbilhão desalinhado,
Uma explosão sentida mesmo que ao longe,
Na mais íntima inconsciência.
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