Turvo
Da janela Vejo um vulto É um amor antigo Turvo Para o qual me entreguei Sem pensar no amanhã Sem prever a chuva Sem nenhum escudo Da janela Vejo o vento Arrancando as folhas E os galhos secos Estudo Tudo que posso ver A chuva que não posso sentir O cheiro que o vento traz E na boca fica o gosto De um tempo Que não volta mais | © Sabrina Gesser | [0003]
Anja do Deus maior
Poesia fina, inspiração pura....Amei. Abraços, anjo.
Ricardo Ferreira dos Santos.
sensacional