Cantemos a ti ó glorioso Rei,
Os mais belos e perfeitos cânticos,
Louvemos ao grande e único Senhor,
Cantemos ao Santos dos Santos
Glórias glórias
Ao Mestre Jesus
Príncipe da paz
refúgio das almas
Cantemos
Apreciando a presença,
Honra e adoração
Ao nosso salvador
Não há prazer maior que este,
Cantar ao grande Eu Sou.
Bendito seja o Soberano dos céus
Que nos dá o que precisamos,
Que nos alimenta ,
Que nos dá a força que necessitamos.
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Tudo se acha quando a consciência é serena,
E o entorno são meios ,
A alma abre folhas pro ar
Fazendo nos cestos .
E o saber de tudo é o saber de nada
Assim Nós perdemos o tempo ,
O sonho em tesouro e em arco íris
É a mesma interpretação ,
Aonde se cabe o gênio? eis a lâmpada para chamar-te,
O silêncio é sábio
Nas mãos do templo.
As respostas sempre trazem mais perguntas ,tudo é feito dentro do que cremos ,
Somos o que acreditamos com partes do que seremos
Nossas dores são reflexos de como a vemos,
Os acontecimentos,a falha se forma pela forma como vivemos.
O muito,muito traz nas linhas que sufoca,
Acredito que a exploração de dentro nos busca pra fora.
Na visão tudo é de um jeito,
será certo ou apenas o que eu julgo?
A verdade não é concreta,a partir de todas,
E Todas se fizeram nos pedaços
De uma,
Tudo se funde a partir do que foi dado ,então nada é concreto é apenas formado.
A menor das suas falas te traz sua aura madura,
O procurar das virtudes nos despersa ,faz com o que sejamos várias peças mais nunca o junto,
Tudo que é demais adoece
Portanto o menos em nossas entregas é o ponto de tudo.
É sempre o cavucar de pontos
Que nos leva a eles,
Movidos somos gravetos cravados em prazeres.
Saberemos daquilo que necessitamos saber
Quando sabermos que não é preciso.
Pois Quanto mais miúdos
Teremos as sandálias,
E Quanto mais alta a voz
Mais baixas as palavras
Somos nós no que sabemos,
Crescendo
Plantando
Moendo
O visto nas frestas
É só o que vamos ensinar,
Autocuras,
Renascimentos
Suas bases te tiram as escuras ,
Tudo de você é o que te forma,
E toda ação é o fragmento
Que muda .
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digo tanto pro seu rodeio ,
me faço em linhas pro seu reparo ,
além
me faço de areia
me esculpo a coisas que me afasto .
deitado em ti
sou pacífico ,
te encho de água
e me encho disso
moro nas suas flores ,
sou seu até onde me tenho ,
até onde me cabe
nada menos
pois de mim,sei do tanto ,
de você ,sei do tempo
devoro de mim
tudo que devora ,
sou pouco
pra ser pra ti
como o muito que transborda .
contudo
deixe o aroma nos seus cabelos
para o banho,
deixe tudo escorrer
pra aonde deve ,
deixe as pétalas
saberem mais do querem ,
o que eles não pedem,
espalhemos
como pares de ouro
e por fim seremos só a gente
cada qual dentro do outro .
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🎪 🎪
eis que veeem o Rei da alegria!!!
🥁
o ser que não conhece a tristeza!!
o palhaço que nos entrega a leveza,
pra ele não existe face fechada ,
pois é um real amigo do riso,
✨✨✨🎪
Aplaudimos o pai das gargalhadas, 👏👏
🎪
vem com a sua animação de sempre,
sua bolinha vermelha,
seus trajes em cores vibrantes
esbanjando
seus sapatos enormes,
e seu chapéu
extravagante.
durante o show o palhaco esboça toda a sua felicidade,
que de tão imensa
tapa os tapas vividos na sua carne,
para a plateia o palhaço conta sobre vencer,
como seguir em frente de um modo divertido,
mais quem vai imaginar
que no seu quarto conta para o espelho que não consegue seguir em frente de tão deprimido,
não não !
isso é um conto impossível !
o palhaço rir,
o palhaço grita palavras que abrem qualquer espírito,
assim como abrem as suas cartelas de comprimidos
no palco apresenta suas piadas
todas excelentes
bem preparadas,
Assim como prepara
O poço
para depositar seu nariz vermelho de tanta lágrima
o palhaço grita socorro!
por favor me ajudem,pois eu estou morrendo!!!
mais quem ouve?
uma vez que de alegria todos estão sedentos,
procuram esse remédio como alento
já que o mesmo não se encontra dentro.
o palhaço é demais!
sua rotina dever ser uma maravilha!!
isso ouve o palhaço
diariamente,
que volta pra casa depois de mais um espetáculo,
volta para escrever no diário onde expõe sua vida,
com olhos úmidos escreve
o palhaço,
mais uma rotina
fingida,
e detalha a dor de viver
em uma alegria
depressiva.
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De dentro ,
Inúmeras fotos
Objetos,
o urso amarelo ,
cartinhas floreadas ,
papeizinhos ,
repente ,
Recadinhos para o senhor noel
Álbum familiar
Disco do Rpm
Que devagar
Trazia a varanda de casa com suas rosas e tucanos de madeira nas paredes
E o sofá com meu tio agarrado
Nele,
Ouvia a voz do locutor que alegrava minha mãe botando suas músicas melosas,
O barulho do vento
Que balançava o mar
E bailava com às ondas
Bicudo e sempre reclamando do papagaio que devorava às suas sandálias
Vinha o meu vó ,sempre resmungo
De camiseta xadrez que parecia ser sempre à mesma
E saci nos bolsos
Pela tarde ele ia escutar o falatório das minhas tias ,em sua exclusiva cadeira
De apenas 3 pernas,
E eu junto à meu irmão sempre esperando a hora em que essa iria cair e colocar o bundão
Farto e espaçoso do meu avô no chão
Já meu pai
Ahh esse é especial
Pois ele fez o que jamais outro faria
Para criar eu e meu irmão
Ele Vestia saia e vivia de toca na cabeça
E se chamava Maria
Sim!!,, Maria
Minha mãe,que nós chamávamos de pai.
Minhas primas no entanto eram singelas ,
Escreviam à seus rapazes
Cheias de suspiros ,em cartinhas floreadas
Que eu e meus primos encontrávamos dentro de livros
Já eu ,o meu irmão e os meus primos
Ahhhhh a gente era os melhores do rock 🤘⚡
Tínhamos nossa banda consagrada
E fazíamos um show para às nossas tias toda semana no sótão de casa,
Eram nossas maiores fãs
Puxava-mos elas com os seus vestidos justos e sapatos altíssimos para dançar ao som de plebe rude
Rpm
E barão vermelho
Era uma alegria infinita.....
Ohh se era
A mesma alegria do rosto de dulce
minha sobrinha,
rosada
sardentinha,
Que não soltava o seu urso amarelo de orelhas brancas nem para tomar banho
Já fazia parte dela o peludo.
E nisso parou por uns minutos às mãos que olhava a caixa,em uma expressão úmida
Olhos pequenos em longitude de onde descia uma lágrima que respondia à tudo
E nisso o senhor já idoso fechou suas histórias
Emocionado em viver novamente
O amor da família em sua caixa de memórias
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💨🏑
De pé marrom
Salta o pequeno
Levando na voz os outros meninos para a rua,
Amarelinha
Bom barquinho
Rota de fuga ,
Leva os peraltas para o quintal de seu gregório
Que pinta as paredes da igreja ,
Faz bolos para festas
E concerta todo e qualquer móvel ,
Corre os meninos pelo corredor de argila ,
Onde se confecciona
Os jarros
Os filtros
As vasilhas
O bem ti vi
Pelas mãos caprichosas
E detalhistas do seu Sérgio
De cima gira o cata-vento
Catando o vento pelos giros ,
Debaixo a cabeça do peralta
Fazendo pegadas
Com os outros meninos ,
Dispara pelo tempo o garoto
Com seus 12 ou 30 atrás ,
Fazem um balanço no tronco do pé de cajá
Que é sustento de Márcia ,
Eduardo ,
Itamar .
Cada qual em seu cata-vento
Fazendo às oficinas de túnel mágico ,
No esconde esconde
Felipe:
_Tenho que me esconder rápido
_Carol
_Viny
_ Matheus!!!
Diz Luana:
_Estou vendo atrás do carro
De longe o Carlos
Com seu cabo de guerra,
Faz de assento na brincadeira o seu Flávio e sua rede de pesca ,
Que dando risada aprecia o molejo ,
Ouvindo sua rádio
Revisa se seu anzol está bem feito ,
Pelo pique do cola vão passando os travessos
Na melodia das cirandas
Vão dando idéias para o seu Pedro ,
Que vive de arte escrevendo
Histórias ,
Contos ,
Sonetos .
E nisso se vai os meninos
No salto da peteca
Brincar do Bete
Cabra cega
Adoleta
Metadinha ,
Brincar de ser bombeiro igual o Ricardo lá de cima ,
Brincar de ser dona cida
Que vende seus cordéis na feira pra alimentar sua família .
Corre os meninos
Corre os cata-ventos ,
Pelas ruas até suas moradas
E no sono dos pequenos
se abre outra rua,
Outra vizinhança,
E
Meninos
Que continuam a correr ,
Levando alegria de criança.
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Escrita feita à óleo 🖌
Vestido de atenção ,despir meus dedos em sua forma
Admirado
Meio cético
Com os olhos nos lados do quadro
me desmontando para me fazer ,
quanto à minha arte
Eu me respondia:
Eu só preciso sentir,
E sobre o que me abre
Sem me deixar escorrer
É tudo aquilo que ao após
me invade .
E nisso eu me vi sentado
Logo firme
Boêmio
Mal trajado
Com o costume frio ,
Abraçado à seus ruivos espalhados
Trazia espessura
Aos lábios quietos ,
Como é mistério
Um ramo de tudo que é belo
Um formato dos lírios .
Nesses segundos me coloquei em pé
Fui calçar o que fazia falta ,
Outras cores ,
Ternura
Imendos para os cachos da pintura
Aflorar o pincel já molhado
Para os traços do quadro
Retornando assim ao mesmo quadro onde meu sentido se fazia preso
à imagem ,
Que pintada
para mim sorria
seus bordados me contava
Suas pintas no ombro
E tudo que o meu olhar lhe transbordava
E eu à pintava
Ouvindo suas lamúrias
Dando retoques em seus miúdos pés ,
Totalmente em hipnose
Sangrando minhas tintas pelo rosto
Derramando no chão da tela
O que escorria do seu corpo
Contemplando o mais sublime de sua silhueta
Feita à minha arte
E a minha paixão por tê-la .
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Da prosa ao Cordel no varal de barbante,
Escorrendo poesia dos olhos
Que se aprimora no papel do atento semblante,
Com orgulho do sangue valente ,se veste da cultura os herdeiros da terra que os sente,
que exala beleza,
Maestria,
na morada de João de Barro e na simplicidade das meninas,
Amor no canto nordestino
Traje que não se despe nem por todo ouro extraído,
Força que se derrama da palha do chapéu ao chão,alma que canta destreza
na voz do Sabiá ecoa enriquecendo a natureza,
O cenário pra um repente cheio de verdade e sem medo
Raiz na mão eleva a riqueza do coração sertanejo .
Do fogão de argila a culinária rica
Que adoça a paixão no corpo
Do salão se escuta o couro :
_ tá na hora de ensaiar a quadrilha !!!!!!!
Que é pra ninguém se enrolar na hora da dança da fita.
Da fogueira se levanta os sonhos do olhar arregalado do menino que pede a mãe que o leve a barraca do pé-de-moleque ,do quentão, e do bolo de milho,
Do alto do céu um arraial de estrelas
⭐⭐⭐⭐
São Pedro, São João, Santo Antônio
Enfeitando e amarrando o colorido das bandeiras .
Nas rendas floradas um desejo só
Do rapaz acanhado puxar a moça pra dançar um Bão Forró.
Nos traços a alegria se ver brilhando
O calor do abraço
O carinho reinando
Poesia que acende o espírito que todos tem de Maria bonita
Lampião
No peito o respeito a tradição
O frevo
Reisado
A salva de palmas ao artesão
Tem no espírito a língua que flora as lendas do folclore
O romanceiro popular
O sotaque
Da região.
Leva no peito as virtudes
Que gera a união
E aonde pisam tem o amor de espalhar a essência única do Sertão
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Detalhes de dá vício
Como os detalhes de da Vinci
Ela me pede uma prova de amor e eu do vinte
Pois do meu sentimento Peço que não duvide
Meu bem
Meus pensamentos são amantes da sua forma
E eu me pergunto,como essa Obra
Anda fora do museu?
Nobre
Madame,ela me doma como um mero objeto seu
E se desenha
Se desvenda
Se desprende
Pra mim
Despe as rendas,com maliciosos afins
Me rendo no seu mar
Sem nenhum remo
E com alguns ramos a recebo
Pro seu riso ,sem ser nenhum Graciliano a recito, rastejo pelos seus rios
Me aqueço
dentro da sua concha me aqueto
Meu corpo fica em festa,
Adentro nas suas Águas
Colhendo as suas pérolas
Me visto ,em meio ao que vejo
Invisto em nós e no que é visto
Sem nó eu viso um romance previsto
Pelas minhas vistas revejo o que é preciso
Quero algo único para gente
Te carregar pra um lugar paradisíaco
me lambuzar no seu mel afrodisíaco
Caso com você tipo o casal de shakespeare
Sem plateia
E se caso eu perdesse você isso sim seria uma tragédia,
Pro fundo da sua Seiva eu vou,pra sua cela
Pro fundo desse amor
Profundo como o olhar de Rose a Jack
Pele de flor que deixa meus ânimos a flor da pele,
em uma sensação que me deixa fraco
Nisso sabe o que sente
Sábio o que entende
O melhor dos pequenos frascos,
Com você só quero o infinito
Nada menos que isso
Meu bem
Seu Aroma é um delírio
Derreta meu lado frio com o seu fogo
Me dê os seus lírios
Faço esses crescerem em meu ser
Como os princípios que me rege
Pois no que temos quero viver
Sem medir o tempo
E a você só peço que me molhe
Com suas chuvas
E com os seus serenos
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Em nosso caso molharemos nossos rostos
Em nosso quarto a sós fazemos nossos contos
Deixamos atrás da porta toda pose,
No nosso quadro pintaremos nós
Como Jack e Rose,
Acabaremos grudados em nosso suor
Selados
Sem sufocamentos
Com a vontade queimando assim tornaremos um caso a casamento,
Construiremos o que se pede
Pra não haver goteiras
Colocaremos rosas, poemas,bossa
Pra relação não virar cadeia
Cessaremos nossas guerras sem precisar de presa
Ligaremos nossos dedos como juramento de amar
Apagaremos nossos medos pra não dá fim ao laço
E sempre com equilíbrio nos regaremos pra não afundarmos ,
Iremos cortar todo galho que nos deixa infelizes
Depositaremos amor nesse solo pra não deixar morrer às raízes .
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