A Pequena rosa anêmica
A menina, rosa frágil , sem cor num rosto pálido a menina sonha com cores perdidas. A anemia inimiga sorrateira,rouba a força, alegria verdadeira. As brincadeiras, antes tão prazerosa,agora parecem tarefas dolorosas. Mas no seu peito, um coração valente, Que luta é resiste,paciente. A busca por força, a esperança. A menina de olhos brilhantes, Com cabelos cor de mel ,Esconde uma sombra pálida, um segredo no seu céu. Sua pele, tão suave, Quase translúcidá,revela a luta que ala trava contra anemia que a assola. sua voz ,outrora forte, agora soa fraca E mansa a fadiga em cada parte, a esperança que quase se cansa. Um novo recomeçar. O amor da família um escudo protetor ,a amparar A menina, com carinho e amor Com a ajuda certa, a cura há de chegar,e a menina voltara sorrir ,sem mais cansar. A anemia, uma batalha a ser vencida com fé vida Garantida. Mas a menina não se entrega, seus olhos guardam um brilho intenso a esperança que a protege, forte mas denso. Que a cura venha em breve, Que a sombras se dissipe, E a menina, com alegria, volta, flor, livree dócil, Poesía rosa frágil
mariaregina
é impossível nada pra Deus amém