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JIJ0

@poxaroboy · desde 2020

tudoandanoseutempo.

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Lama

O despertar que vêm em tempos de amargor Se me venho enfim,em meio à dor da cor -preta,miséria,mazela Percussão como livro aberto Um cargo aterrador como suportar o ardor do adultério Se vendo nos lençóis um plano em nós q não foi sério 'A lama preta em q escarra é a mesma que te persegue em tua sola'.

Auto-estima

Consulta

O paciente se vê numa posição fechada de tudo ao redor. : Cambaleia entre as memórias frágeis que logo se perderam na parada negra de sua solidão. Talvez com sorrisos esconda ou antecipe,se antecipa:Só n pode se ver aéreo depois de saber o que vem. Mas na dúvida ele compensa a incapacidade de não conseguir mas sentir o toque vermelho tão puro novamente na pele,no interior/Com a terrível estadia do vagante "nada sentir",como o próprio classifica sua situação. Uma ajuda próxima,talvez escutar oq tenha q ser dito por ele,um ouvido aberto a desaforos presos alheios,possa ajuda-lo,na constatação de sua agonia,na comprovação da mesma q agora se parece tão grudada à ele. Estou terminando o diagnóstico -Doutor,estou bem. _ -Você precisa ser um pouco solto,em relação ao que sente. _ -A idéia de liberdade não cae bem à mim Doutor. _ ... _ -A liberdade não irá mata-lo,talvez tudo que não tenha feito na ausência dela sim.

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Friagem

Esse frio q nunca aquece Não percebe,a hora passa Compadece cm a fumaça Q se serve de seu ventre Me revejo transparente,mas cm tudo Reluzente,em meio a tantas coisas Meu trago, Tlvz um ente,eu seja N sou ausente Já q nunca existi _ Em colo permanente Sobre o cuidado meu Caminho entre Oq sei e o q não sei, Me Encanto Cm a destreza q destroçastes meu canto /Nunca mais canto...Nunca mais por ti. ●

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Como posso ser is

Como ppsso sentir q vão lembrar de mim Uma memória sem córnea Q decola e cai no fim Se tão eterno ser,senão amparo /enfim, Na calada,acorda.Sem tempo pra dormir assim Se maltrato,eu aqui,me vi Seco,tlvz oco. Como um galho,mas nhum pouco disposto em ter um corte sequer Se me calo,eu perco tudo,n li Tempo tempo,fecha os olhos. /Como pude me perder assim? Nem um "sentir" quaisquer.

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Qerda

Q merda eu sou Mas se é p chorar Seja ao escutar Algo belo em tom Mas dado ao décor,me amparo em dor Uma música alegre Um penar q pesa Em infinito eu ser,mas q bonito fim Não vejo a cor enfim Meilumino cm o branco do marfim Isso é patético Nem aguarde meu desfecho Tanta coisa eu almejo Isso é uma lâmina e vai cortar Na noite escura a dor do luar Sem ver a lua nascer ou brilhar Perdi,a graça.Perdão por ontem _pensei e pensei Te deixei só e nua Perdão perdão.

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Coros

Corpo q ao quant● se empara No couro,a bainha da faca No bolso,o grão da demorada Planta,q encolhe na chuva,pelada Em memória,na gruta Em troca e pensamento Reagindo como em roubo de carga Menos Praq preza,ou zela Ao tempo desperto Eterno alimento apurado em alma Aberto a ferida,que arde em carne Viva em emoções Bem liberto Maspreso tbm "Não me vejo tão livre do interno eu,somos um pro outro,_Smp eternos no película de cada"

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Menos

Mais uma rima inútil Mas um pensamento fútil Um arco sem calibre Uma trajetória triste Uma memória ímpar Penso e corro da vida Degole a mnh ida Dê gole a mnh língua Nempenseinisso

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Essa noite

Se essa noite,se essa noite fosse minha/ Eu mandava,eu mandava ela mudar Aparecer em meio aos olhos Tão disposto a enxergar, Adoecer ao leito inglório Se ao fim da noite não passar A vontade d não pensar Q aborrece,me dispersando na multidão Q é meu lar,comunhão Q eu n acho,esse lixo é jogado Lá, Nas idéias solitárias Ambíguas,vulgares De bilhares em bilhar Eu sonho com lugares Aguardar o pesadelo passar Um distinto,tlvz um limbo Um amargo se matar Um ser pra lá d chato Um caminho de amor Eu mandava,eu mandava Eu me mudava d lá .

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Luapreta

Escorado na lua Repleto de multidão Ancorado qro sua Aberto a interpretação Me dê algo mais ou a mão Trocando de hora agora Eu vejo a pele crua Alguém disposto ou afoito Livre de interrupção Permaneço com nuances Alagado a solidão Mas isso tlvz n preste Fatalmente arte rupestre Escrita sem coração.

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Quando a terra me levar.

Nascido em nervos e ventres Acordei aliviado Sai,pois aqlp era fardo Rasguei como unhas e dentes Já no mundo bem contente Vi q n vim p enfeitar Pois isso era desigual /Quando a terra me levar Será um dia normal Não acho ngn igual Tds bem indiferentes Tlvz estranho pra gente Tlvz um certo anormal Um bombardeio fatal Na artimanha,falar Uma vida artesanal /Quando a terra me levar Será um dia normal Como uma roupa no varal Pode até passar de tempo Se perder no pensamento Dentro grita um coral Tlvz uma peste viral Como muda meu pensar Talvez ou não especial /Quando a terra me levar Será um dia normal

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