Tua agradável presença me envenena
Soma mas n multiplica, me divide mas n subtrair Metade sustento em palafita, metade ao leito decai Tua enchente me arrasta, eu parado apenas fito Deixei levar-me a onda, afogar-me é meu castigo Teu deleite me alucina, como uma dose de veneno Sinto q deveria ir embora, mas o mundo é pequeno Distancia não suficiente, para fazer lhe esquecer O mesmo céu que me limita, me faz lembrar você Colorido? Incolor? Já n sou capaz de distinguir Metades de uma moeda, sentimentos a emitir Mas, qual dos dois lados deviria eu seguir? Oq quer te amar ou o q quer te deixar partir?
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