IA
Há quem entregue a própria voz à inteligência artificial e depois se embriague com os aplausos de uma multidão que jamais conheceu sua verdadeira alma. E quando os aplausos finalmente cessarem, restará apenas o silêncio. Nesse instante, nenhuma inteligência artificial poderá responder à pergunta que assombra todo falso poeta: ‘Quem era você antes de precisar que todos acreditassem que és um gênio/bonequinho manipulado por uma máquina?’ (Obs: Apenas respostando/Autoria Desconhecida)
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