Ao Gosto dos Anjos Caídos
Guardei seus pecados em segredo Dentro da insensatez da inocência Descobri o meu mais absurdo medo Cobrindo os olhos para sua ausência Me afoguei em prantos de agonia Sufocando em cada lembrança sua Fui salvo pela minha própria covardia De me destruir antes que você destrua Me entreguei ao vácuo do desatino Ficando cheio de espaços vazios Não vou me tornar refém do destino Depois de olhar em seus olhos frios Não revele tão vulgarmente sua culpa Não cuspa sua piedade na minha alma Mesmo sem acreditar, aceito sua desculpa Não fique com raiva, siga com calma Prometo seguir com a minha vida Sei que não sou o que você deseja Mas me dê um beijo de despedida Sem escarrar nessa boca que te beija @opueteiro
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