Por mim e para
Eu nao luto em batalhas perdidas, As minhas feridas curo eu, Ao cruel fogo do céu Eu me acomodo e saio de manso. Não compro mais, Nem a preços reais A briga de ninguem, Sou o meu presente. No desembanhar da espada que corta, as duas metades da lingua Da serpente que me morde, Aprofundo a lâmina sem piedade. Nao sou de ninguem, Deixo ir quem já passou, Aquilo que mato E o que me incomoda. Minha moda, É podar meus erros, Seguir em frente Doa a quem doer.
Guilherme Daniel
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Haroldo
Guilherme, isso nao eh um comentário isso é um convite, mesmo assim obrigado.