A loucura do consumismo
O amor se torna etiqueta, colado em prateleiras frias, A ilusão, um fantasma que dança nas vitrines, E o consumismo, um monstro faminto, Que devora sonhos e cospe cinzas. Escravos de desejos fabricados, Compramos sem razão, sem alma, E o que resta, no fim, é o vazio, Um monte de lixo que não alimenta a alma. Em tempos de almas vazias e corações adormecidos, A esperança, uma luz tênue que se apaga, E a solidão, um deserto sem fim, Onde a morte nos espera, um sono profundo.
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