A turbulencia do meu ser
Preciso por em prato limpos, para mim mesmo o que sinto, rodar em volta do labirinto, não me perco, mas também não vivo. Entre a rota que eu traço em mim mesmo, me abraço com quem sou, extravagante, esporadicamente minha amante, amante que quem sou, amante de quem era, mas perdida no que tenho, em cima da atmosfera. Seria difícil escrever um pouco, muito menos mensurar a raiva que eu sinto quando não consigo me explicar
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