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Alfredo

@moyawamusse · desde 2020

Moyawamusse

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Auto-estima

FASES

Ao amanhecer lentamente levanta a mente nascem velhos pensares, levianamente É visível num fundo próximo a vontade um querer migrante Vivem em terra, pensamentos de lua crescente... À vista pela janela As barreiras da vida A mente nasce sadia Nervos adoecem durante a caminhada perdas nascem... O querer negar peder É como um metrô de longa metragem Arma metralhadora Quando pensamentos fluem Derrama sangue, derrama força A intensidade da energia, geme em áspera Enquanto barrado o baile do sucesso Em mente não apaga o fogo da Victória Antes ninguém... O meio tende a terminar Quando o fim começa Antes amigo... O alforrado tropeça Quando a Victória ascendente Visita a vida nascem inimigos Dá partida às corridas pelo vencer Não aceite a riqueza platinada seja rico en seu eu! #Moyawamusse

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Biografia

Mergulhos

Estou mergulhado, nesse planeta Me sinto mergulhado no mundo da incerteza Na paixão botânica... Estou deitado Mãe, em mundo de Dolores Em vidas nuas Mãe... Me Mandaste Nessa vida sem exemplos Nesse mundo sem experimentos Estou aprisionado Mãe... A experimentar fazendo Estou perdido no fim Mãe Por favor ouça mãe Ouça as faltas que em mim crias Dores dum coração esfaqueado, sinto mãe Estou no mundo deserto Lançando lágrimas de sangue Mergulhando a lágrima no pote da esperança Por favor fuja desses céus Galgue seus sentimentos até Mãe... Volte, mostre a mim suas lágrimas de mãe Pela vida que levo nessa caminhada Sairão as de sangue até Estou andando... Aos passos galopantes Pegadas ruminantes Estou esperando... Por te encontrar mãe Te perguntar mãe... O motivo da sua partida Quando Ví seus passos Deixaram meu coração em pedaços Deixaste-me no mundo feroz Mãe

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Amor

Lágrimas do Orvalho

Clareou o sol meus sentidos perdi imunologia abrandou solene quando a vida dupla nasceu sem ti eu estava no mar, triste mar do amor incógnito vieram munições de solidão sem ti ficou o mundo perdido exéquias da saudade dum morto coração não pousam em zonas inférteis as dores do amor perdido sim em corações inertes no início dá indícios dum insólito sem nó do futuro Afinal foi um ferro banhado... quando imaginamos no ouro moldado é assim quando a esperança morre ilumina o caminho e frente uma torre fica invisível o caminho quando não falou seu amor foi camaleão... em metamorfose, eu seria leão caminhos, gatilhos e duplo mar juntos enganariamos o amar grito em contramão quando começou mulher nem fui homem de querer se era fogo, quando beijou minha mão falou sequer eu quero, mas o peito não! aceitar perdoar eu desejo te feitiçar te fazer ajoelhar sentir doer o perdoar porque no mundo nasce E no mundo morre genesis e apocalipse. "Moyawamusse"

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Efêmero

Tempos ruminantes

Os tempos Lembranças sobram Da extorsão temporal Sim, são tempos restringidos Quase emancipamos Escola retrocede conhecimentos analfa Isso por saúde Dançamos, sim saltamos Matamos o alfabeto Até filhos sem escola Chamamos de beto... Porque não tem maiscola Vem, que tem Oque não tem? Tem trabalho No fututo reforma Sem formação? Sim Covid Com vida, seremos govind Entoaremos a falta em canção Paralisa a fisiologia...? Sim do homem Enquanto a cepa sem biologia Ganha vida homem Anquanto nem tem nome virus Sem cópula, nem excitação, replica Ácido nucleico Sem núcleo Amanhã Todos percorremos a maçã A esperança Pois, nenhuma doença morre... Cantaremos a burra Victória Enquanto o pai nosso esquecemos Porque morreu igreja Deglutindo conhecimentos Burros seremos Em tempos mortos Seremos vivos camaleões Marginal dos leões Onde eles descansaram! *SEREMOS BURROS DO CORONAVIRUS*

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Amor

Início e término

Foi quando tudo partiu Nosso amor nasceu Foi um than... Feito rotura de um embrião Derepente Felizes virgens corações enloucura Eminente Não vi os lados, era você Mil mulheres, uma só Sete planetas, um só Mas o tempo não ergueu a imensidão Trouxe-me a si a solidão Sem dizer pouco onde vai Enquanto você aqui Minha morte se vai Já não fala sua presença aqu Por favor gata... Me encurrala em seu planeta Favor volta... Aos nossos gritos, as nossas atiças Devolva o seu amor e tempo Me deixe fluir, transbordar de anseios Mas teus seios Mulher, eu te almejo Por favor tire de mim essa tese Que não seja o nosso fim Mãe da minha cidade Dê fim a esse fim Eu não aceito esse fim Sê assim, que me leve com esse fim Senão grite pra mim Meu tímpano que te critique Que te odeie Que ele corra e fuja Que voce se sinta suja E Por favor, o fim não aceite (Te amo te amo e te amo)

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Vida

Fases

viajante perdição nas minas em mansão munidas de arquilharia elas são namoram corpos em terra de escorpião não pousam em zonas inférteis em corpos inertes quando caiu o avião de mísseis Dois minutos de metragem mortos nasceram-na onça seu nome mendonça mas virgem moça brilha unta belezas de loiça nunca desviou seu mundo sem norte nemnutro forclores de um dutro insólito vagueiam amores inóspitos vagueia o metrô carrega de viagem a pobre solidão sem nenhum destroço lá está o futuro em micção urina imune corpos felizes em ruína explodira-nas cidades do israel ficaram filhos do anão

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Cantiga

Atirador da lua

Nasceram insanos galocenses num mundo de forclores eminentes natesa harmonia nata crianças eram ficticiantes quando o mundo cresceu no réu a bondade nudisciava do cèu em pálpebra de esperança atou a mina explodia nasceram os mortos emvida na lua que falava falava linguas desviadas pela herança herança de uma mina velha a mina duma velha estrada em surda beleza de mulher velha morta no amor mineiro o amor milhote de neve em mina onde o ouro sai por nao amor a terra na trilha sonâmbula que anda, crescem meninos orfãos de tsunami no inverno deserto mas nem sentiram a presença da falta sem mãe nem pai em país esquecido esquecido pelo deus do pobre relento em certo mas o certo é o amor imortal nas pragas da terra morta e feiticeira onde anda e fomentam a trinxeira descansam os mortos

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Amor

Na quinta

Foi numa quinta-feira quando no mundo da fera com forclo de um cão rafeiro malfiz um passeiar disciplo da feira foram antenas do galgar dum voador de palavras esculadas duma anoeira quando meu pensar ela o roubou viagei em seus seios sua cantoneira minha imaculada vivida paixão dum pensador enquanto meu amor arde nem norte vivera dor d'amor aquela mulher feitiçou meu querer, escaldou me nao viu nem mergulho ecloir meus versejos escritas de um luto no mar mar de amor nasticiante sua beleza emocionante vibraram em mim seus males sombrios o nosso primeiro pecado no rio eninada paixao enigma enquanto vagueia nosso amor em nosso pensar A vida vai me roubar irá me recrear das dores e insónias dum pobre sofrer em magos neares tu iras lembrar em sardas do leito morto iras afogar por mim irás chorar. perderei-te

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Cinco planetas

Quando o mar nasceu Nasceu o amor, nasceu Romeu Mergulharam corações ávidos de corpos nús Não consumiram o mar Vidas obcecadas por amar Por amar um coração armado Embalsamado em um sonâmbulo Enquanto pegadas apagava em seu andar Visitou a cegueira do amor O amor não vê! Não vê o sentido de uma ilusão sente Vibra, bloqueia, inviabiliza os passos de um rancor Foi o 'mar de amor' que fundiu Quando o seu coração fugiu Senti a dor dessa vida Milhares de anos procurei No deserto andei Achei a sua pegada Gotículas da sua lágrima Pra onde foste? O mar morto te levou? Traço plantas a caneta Tento rever esse planeta Esse planeta nem me quer Nem me quer ver, você comigo Eu irei aonde nem a vida irá me encontrar Irei entrar em vidas dos mortos Irei deliciar dos lindos contos, histórias e lembranças de amor Eles carregam folhetos, livros e pastas de amor Não terei mais saudades da doçura dos seus beijos Suas noites de núpcias epidemiantes Mas a sua volta dê me antes Dê me antes as suas palavras que me fazem falta O seu grito alto pra o mundo dizendo #te amo Porque esse é o último ano. Irei para outro planeta.

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Amor

Marcas de uma lágrima

Ontem sonhei Andava num monte de rítmicas insónias Na água molhei Meu coração de agonia Naufraguei no meu barco de papel Era uma mina de ferro até Não chegou mulher Suas viagens virgens no caminho parei A combustão do mesclar seu ventre Excitou meu tímpano Meu trovejar dos batimentos cardíacos De repente chegou amor mestre Caiu a lágrima troversa Ela passou provou a carne trompete O mar morto em seu amor fictício Não quis saber se o seu amor era feitiço Hoje ele foi Roubou sim, os gritos, gemidos de voz feminina Ficou em mim a sua lágrima menina Hoje o meu orgulho foi Não falaste de hoje ontem Atou as noites de núpcias daltónicas de amor virgem Verdadeira emoção mentirosa Ah mãe da minha pobreza Te espero desde amanhã de hoje Hoje sim um pobre diz!

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