Ao amanhecer lentamente
levanta a mente
nascem velhos pensares, levianamente
É visível num fundo próximo a vontade
um querer migrante
Vivem em terra, pensamentos de lua crescente...
À vista pela janela
As barreiras da vida
A mente nasce sadia
Nervos adoecem durante a caminhada
perdas nascem...
O querer negar peder
É como um metrô de longa metragem
Arma metralhadora
Quando pensamentos fluem
Derrama sangue, derrama força
A intensidade da energia, geme em áspera
Enquanto barrado o baile do sucesso
Em mente não apaga o fogo da Victória
Antes ninguém...
O meio tende a terminar
Quando o fim começa
Antes amigo...
O alforrado tropeça
Quando a Victória ascendente
Visita a vida
nascem inimigos
Dá partida às corridas pelo vencer
Não aceite a riqueza platinada
seja rico en seu eu!
#Moyawamusse
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Estou mergulhado, nesse planeta
Me sinto mergulhado no mundo da incerteza
Na paixão botânica...
Estou deitado
Mãe, em mundo de Dolores
Em vidas nuas
Mãe...
Me Mandaste
Nessa vida sem exemplos
Nesse mundo sem experimentos
Estou aprisionado
Mãe...
A experimentar fazendo
Estou perdido no fim Mãe
Por favor ouça mãe
Ouça as faltas que em mim crias
Dores dum coração esfaqueado, sinto mãe
Estou no mundo deserto
Lançando lágrimas de sangue
Mergulhando a lágrima no pote da esperança
Por favor fuja desses céus
Galgue seus sentimentos até
Mãe...
Volte, mostre a mim suas lágrimas de mãe
Pela vida que levo nessa caminhada
Sairão as de sangue até
Estou andando...
Aos passos galopantes
Pegadas ruminantes
Estou esperando...
Por te encontrar mãe
Te perguntar mãe...
O motivo da sua partida
Quando Ví seus passos
Deixaram meu coração em pedaços
Deixaste-me no mundo feroz Mãe
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Clareou o sol
meus sentidos perdi
imunologia abrandou solene
quando a vida dupla nasceu sem ti
eu estava no mar, triste
mar do amor incógnito
vieram munições de solidão
sem ti
ficou o mundo perdido
exéquias da saudade dum morto coração
não pousam em zonas inférteis
as dores do amor perdido
sim em corações inertes
no início dá indícios dum insólito
sem nó do futuro
Afinal foi um ferro banhado...
quando imaginamos no ouro moldado
é assim quando a esperança morre
ilumina o caminho e frente uma torre
fica invisível o caminho
quando não falou
seu amor foi camaleão...
em metamorfose, eu seria leão
caminhos, gatilhos e duplo mar
juntos enganariamos o amar
grito em contramão
quando começou mulher
nem fui homem de querer
se era fogo, quando beijou minha mão
falou sequer
eu quero, mas o peito não!
aceitar perdoar
eu desejo te feitiçar
te fazer ajoelhar
sentir doer o perdoar
porque no mundo nasce
E no mundo morre
genesis e apocalipse.
"Moyawamusse"
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Os tempos
Lembranças sobram
Da extorsão temporal
Sim, são tempos restringidos
Quase emancipamos
Escola retrocede conhecimentos analfa
Isso por saúde
Dançamos, sim saltamos
Matamos o alfabeto
Até filhos sem escola
Chamamos de beto...
Porque não tem maiscola
Vem, que tem
Oque não tem?
Tem trabalho
No fututo reforma
Sem formação?
Sim Covid
Com vida, seremos govind
Entoaremos a falta em canção
Paralisa a fisiologia...?
Sim do homem
Enquanto a cepa sem biologia
Ganha vida homem
Anquanto nem tem nome virus
Sem cópula, nem excitação, replica
Ácido nucleico
Sem núcleo
Amanhã
Todos percorremos a maçã
A esperança
Pois, nenhuma doença morre...
Cantaremos a burra Victória
Enquanto o pai nosso esquecemos
Porque morreu igreja
Deglutindo conhecimentos
Burros seremos
Em tempos mortos
Seremos vivos camaleões
Marginal dos leões
Onde eles descansaram!
*SEREMOS BURROS DO CORONAVIRUS*
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Foi quando tudo partiu
Nosso amor nasceu
Foi um than...
Feito rotura de um embrião
Derepente
Felizes virgens corações enloucura
Eminente
Não vi os lados, era você
Mil mulheres, uma só
Sete planetas, um só
Mas o tempo não ergueu a imensidão
Trouxe-me a si a solidão
Sem dizer pouco onde vai
Enquanto você aqui
Minha morte se vai
Já não fala sua presença aqu
Por favor gata...
Me encurrala em seu planeta
Favor volta...
Aos nossos gritos, as nossas atiças
Devolva o seu amor e tempo
Me deixe fluir, transbordar de anseios
Mas teus seios
Mulher, eu te almejo
Por favor tire de mim essa tese
Que não seja o nosso fim
Mãe da minha cidade
Dê fim a esse fim
Eu não aceito esse fim
Sê assim, que me leve com esse fim
Senão grite pra mim
Meu tímpano que te critique
Que te odeie
Que ele corra e fuja
Que voce se sinta suja
E
Por favor, o fim não aceite
(Te amo te amo e te amo)
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viajante perdição
nas minas em mansão
munidas de arquilharia elas são
namoram corpos em terra de escorpião
não pousam em zonas inférteis
em corpos inertes
quando caiu o avião de mísseis
Dois minutos de metragem mortos
nasceram-na onça
seu nome mendonça
mas virgem moça
brilha unta belezas de loiça
nunca desviou seu mundo
sem norte nemnutro
forclores de um dutro insólito
vagueiam amores inóspitos
vagueia o metrô
carrega de viagem a pobre solidão
sem nenhum destroço
lá está o futuro em micção
urina imune
corpos felizes em ruína
explodira-nas cidades do israel
ficaram filhos do anão
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Nasceram insanos galocenses
num mundo de forclores eminentes
natesa harmonia nata
crianças eram ficticiantes
quando o mundo cresceu no réu
a bondade nudisciava do cèu
em pálpebra de esperança
atou a mina explodia
nasceram os mortos emvida
na lua que falava
falava linguas desviadas pela herança
herança de uma mina velha
a mina duma velha estrada
em surda beleza de mulher velha
morta no amor mineiro
o amor milhote de neve em mina
onde o ouro sai por nao amor a terra
na trilha sonâmbula
que anda, crescem meninos orfãos de tsunami
no inverno deserto
mas nem sentiram a presença da falta
sem mãe nem pai em país esquecido
esquecido pelo deus do pobre relento em certo
mas o certo é o amor imortal
nas pragas da terra morta e feiticeira
onde anda e fomentam a trinxeira
descansam os mortos
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Foi numa quinta-feira
quando no mundo da fera
com forclo de um cão rafeiro
malfiz um passeiar disciplo da feira
foram antenas do galgar dum voador
de palavras esculadas duma anoeira
quando meu pensar ela o roubou
viagei em seus seios sua cantoneira
minha imaculada vivida paixão dum pensador
enquanto meu amor arde
nem norte vivera dor d'amor
aquela mulher feitiçou meu querer, escaldou me
nao viu nem mergulho ecloir meus versejos
escritas de um luto no mar
mar de amor nasticiante
sua beleza emocionante
vibraram em mim seus males sombrios
o nosso primeiro pecado no rio
eninada paixao enigma
enquanto vagueia nosso amor em nosso pensar
A vida vai me roubar
irá me recrear das dores e insónias dum pobre sofrer
em magos neares tu iras lembrar
em sardas do leito morto iras afogar
por mim irás chorar.
perderei-te
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Quando o mar nasceu
Nasceu o amor, nasceu Romeu
Mergulharam corações ávidos de corpos nús
Não consumiram o mar
Vidas obcecadas por amar
Por amar um coração armado
Embalsamado em um sonâmbulo
Enquanto pegadas apagava em seu andar
Visitou a cegueira do amor
O amor não vê!
Não vê o sentido de uma ilusão sente
Vibra, bloqueia, inviabiliza os passos de um rancor
Foi o 'mar de amor' que fundiu
Quando o seu coração fugiu
Senti a dor dessa vida
Milhares de anos procurei
No deserto andei
Achei a sua pegada
Gotículas da sua lágrima
Pra onde foste?
O mar morto te levou?
Traço plantas a caneta
Tento rever esse planeta
Esse planeta nem me quer
Nem me quer ver, você comigo
Eu irei aonde nem a vida irá me encontrar
Irei entrar em vidas dos mortos
Irei deliciar dos lindos contos, histórias e lembranças de amor
Eles carregam folhetos, livros e pastas de amor
Não terei mais saudades da doçura dos seus beijos
Suas noites de núpcias epidemiantes
Mas a sua volta dê me antes
Dê me antes as suas palavras que me fazem falta
O seu grito alto pra o mundo dizendo #te amo
Porque esse é o último ano.
Irei para outro planeta.
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Ontem sonhei
Andava num monte de rítmicas insónias
Na água molhei
Meu coração de agonia
Naufraguei no meu barco de papel
Era uma mina de ferro até
Não chegou mulher
Suas viagens virgens no caminho parei
A combustão do mesclar seu ventre
Excitou meu tímpano
Meu trovejar dos batimentos cardíacos
De repente chegou amor mestre
Caiu a lágrima troversa
Ela passou provou a carne trompete
O mar morto em seu amor fictício
Não quis saber se o seu amor era feitiço
Hoje ele foi
Roubou sim, os gritos, gemidos de voz feminina
Ficou em mim a sua lágrima menina
Hoje o meu orgulho foi
Não falaste de hoje ontem
Atou as noites de núpcias daltónicas de amor virgem
Verdadeira emoção mentirosa
Ah mãe da minha pobreza
Te espero desde amanhã de hoje
Hoje sim um pobre diz!
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