Nata @moreninha29

O Museu de Nós Dois

Sempre achei curioso como a gente se apega a coisas bobas quando perde alguém. Em O Museu da Inocência, o Kemal leva isso ao extremo, mas, no fundo, ele faz o que todos nós tentamos: parar o tempo. ​Ele transforma a obsessão em um museu real, colecionando de tudo — de bitucas de cigarro a grampos de cabelo. Uma tentativa desesperada de manter viva uma felicidade que já passou, guardando o que é impossível de segurar com as mãos. ​No fim, a história é sobre o amor que sobra nos objetos. É melancólico, é real e, de um jeito estranho, é o que nos mantém humanos. ​E você? Teria a coragem de dedicar uma vida a um museu para um amor que passou, ou deixaria o tempo levar o que não pode mais ser vivido?

Comentários · 2

  1. Poetinha

    o tempo mesmo se encarrega de desfazer o que restou de muito que foi um amor.

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    1. Nata

      Eu faria o mesmo ,grata por interagir aqui ☺️

  2. Irmão Julio Oliveira

    É preciso viver novas histórias.

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    1. Nata

      Sim amigo ,novas histórias,novos aromas ,novos caminhos