Quanto errarei, até à revolução?
As vezes Eu ouço sempre a mesma musica Az veses fico varrendo esse chão sem borda Assim vendi meu tempo Antes fui muito à escola Fiz meu dinheiro lento As vezes tava direto desfocado no agora. Tantas coisas, tão poucos viram Eu sempre fiz oque me ensinaram Vezes que antecipo um estrago Outras em que me afasto Nosso cérebro, leitor, aprende padrões desconhecidos pela consciência Eu chamaria de destino, esse cefálico criador de universos sem ciência Aqui credito que nossos hábitos nos guiam a repetição Á! vespera da noite, que a morte de signos floresça revolução.
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