Fragil Borboleta
Na quietude do casulo, minha pequena lagarta, Rasguei o véu do medo, que aprisionava tua alma, Por temor, tolhi teus voos, tua jornada incerta, Mas agora, reconstruo teu lar, para que alce voo além. Com folhas e cola, teço teu destino, Para que aprendas a voar, além dos meus receios, Que tuas asas se abram, em liberdade plena, Minha pequena lagarta, agora és livre para voar.
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