Cicatriz é uma prova do infinito
A experiência que permeia o silêncio
E desordena a alma do indivíduo
No corpo e n'alma cravado
O peso de um pesado passado.
Já foi momentâneo
Agora gravado
No ambito do ser
A desenvolver
Infinitamente...
Crescer.
Maldito é o ser humano
Que torna tudo "seu"
Para minimamente destruir
Pedacinho por pedacinho.
Virou moda destruir as coisas
Vivas, organicas e mortas?
A meta é vai ser
Suicidio coletivo?
De forma furtiva tudo vem se dissolvendo
E não se desenvolvendo
Penso que os valores foram invertidos.
Sigo incrédulo da capacidade
Infinita do ser humano
De se tornar infinitamente medíocre.
O que é o Nome
Defronte a Essência
Comparando francamente
Com uma alma ardente
Arrisco dizer:
As vezes nomes
não representam o âmago
Da essência do ser.
Isso dilata pensamentos
Profundos, moribundos... talvez.
Tento me recusar a pensar.
Prefiro deixar o tempo passar
Ou as próprias pessoas julgar.
Inspiro
Expiro
Em 1 segundo
Eu vivo.
Vivencio dores
Que trazem horrores
Macabros temores
Incansáveis fervores.
Incendeio inteiro
Mundo passageiro
Milenário e mensageiro
É o tempo correndo.
O mais valioso
E buscado
No efêmero
Íntimo.
É passageiro
Mas não é extinguido.
Sanidade ou insanidade?
O que seria um e o outro?
Um mundo não louco
E outro ôco?
Insanidade seria pensar
Em tudo que faz pesar
E ainda assim não tentar?
E ser sã, seria o quê?
O mundo pode esperar
Que um dia
Um azilo será.
Que inferno
não dá pra nos nossos próprios
pensamentos confiar.
Como que faz pra amigar
Parceirar e uma poesia criar?
Como faz pra resultado buscar
E parar de procrastinar?!
Vem a mim e me ajuda a criar!
Ps: é um pedido de ajuda pra fazer poesia.
Ps²: é verdade esse bilhete!
Desde que te conheci, você tem feito minha vida, algo gostoso de protagonizar, me mostrando que nem todo final é um verdadeiro final, apenas uma reticência.
Uma pergunta
Permeia o silêncio.
Qual o seu sentimento?
O que tem te incomodado
Ao ponto de te machucar
E você se esconder do mundo....
Capaz de te sufocar
E de reduzir seus sentimentos
A meras cinzas de cigarro.
Me pergunto:
O que te faz feliz
A ponto de te trazer luz?
Se contar eu poderia
Te ajudar, já dei a mão
Você decide, vem ou não?