POEMA 137
Qual a hora de ir? Sério, me fala sem rir. Entre tantos devaneios, Por hora, não tem volta. Mas fica uma revolta: Por favor, me solta? Vou me recompondo, E tecendo o fim... Será mesmo Que ainda estará em mim?
Qual a hora de ir? Sério, me fala sem rir. Entre tantos devaneios, Por hora, não tem volta. Mas fica uma revolta: Por favor, me solta? Vou me recompondo, E tecendo o fim... Será mesmo Que ainda estará em mim?
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