Foi quando não te vi no horizonte
Belo Horizonte
Minhas pálpebras encharcaram
Motivos aos montes
Pois minha vida está cativa
Às suas boas intenções
Em Belo Horizonte
Estamos ainda longe
Me recuso a acreditar
Mas te dei tudo
Café, açude
E seu amor me ameaça minha plenitude
O nosso amor visto de longe
E a imensidão dentro do grande .
De perto somos os musculos
Meus nervos
Seu desejo de amar
e o meu medo
Disfarçados os erros
Eu ainda te quero
Quero me deixar ao teu zelo
Quero a paz no que vejo
A convulsão que tive ao percebê- lo
Em cada lugar
De cada jeito
Arrepia meu pêlo
Na luta por saber amar
Na conduta do erro
Esperando por abondonar
Nos prazos,
Os segredos
A liberdade confere a sua falta,
Nos acordos que fizemos,
Deperta-se o final.
E a velha eternidade é tao breve
E a liberdade me fala da falta
Se juntos queremos -nos perto
Somos o choque entre o vazio e o aperto
De querermos ser o que somos do averso
Do só sermos o que podemos
Seus amigos Protegidos
Relegam a política
No solo de suas apasiguaveis situações críticas
Reclamam das situação deploráveis
Em volta de suas piscinas
Eu por minha vez
Quero a realidade do cuscuz
Saber que com vc nao sou luz
E lamento nao quero mais
Ainda que te abrace
E tema perder essa tenacidade
Me invadiu a vontade de dar beijos ademais.
Ultrapassando o nosso amor , o tempo e a verdade.
São olhos bonitos
E a descrição do indescrito
Pondo em conflito
A multipla vontade desse delito