Língua, faca afiada
Não faço meu coração de minha morada Nem do meu corpo um abrigo Meus pensamentos são rápidos como uma bala Que se transforma em palavras matando quem convive comigo. Não subtraiu o que digo Nem divido o que penso Mas somo a antipatia que vive comigo trazidos como poeira no vento E minha língua segue descontrolada Sem freio Sem medida Dura como diamante. Já dizia Buda Sidarta Gautama "A língua é como uma faca afiada Que mata sem derramar sangue"
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