Foto de joelson palmeira

joelson palmeira

@joelson17 · desde 2024

o amor, a maior dádiva para quem sabe amar!

135 poemas 16 seguidores 13 seguindo

Seguir
Amor

Meu universo

Olhando o universo, me pego fazendo estes versos. No teu olhar, sinto a profundidade do mar. Perdi o equilíbrio quando me perdi no teu sorriso. E agora flutuo em órbita só para te encontrar, porque gravidade nenhuma explica o jeito que meu mundo gira em torno do teu respirar. Se a noite é silêncio, contigo ela vira canção, e cada estrela que cai se transforma em promessa, escrita na palma da tua mão. Se amar é viajar pelo infinito, então faço do teu abraço a minha constelação, e descubro, a cada batida do coração, que o universo inteiro cabe dentro da imensidão de um único olhar teu.

Continuar lendo
Vida

Morte e vid a

VIDA E MORTE A vida, em sua essência, é marcada pela finitude. Somos como estrelas cadentes: surgimos, brilhamos intensamente por um instante e, inevitavelmente, nos apagamos. Essa consciência da transitoriedade pode parecer um fardo, mas é justamente ela que dá sentido à existência. Se fôssemos eternos, talvez não houvesse urgência em amar, criar, transformar. O tempo limitado é o que nos impulsiona a viver com intensidade, a buscar significado em cada gesto, a deixar marcas que ultrapassem a brevidade do corpo. A estrela cadente não se preocupa com o fim de sua trajetória; ela cumpre sua função: iluminar o céu, ainda que por um instante. Da mesma forma, a vida humana encontra grandeza não na duração, mas na capacidade de irradiar sentido — seja através do amor, da arte, do conhecimento ou da simples presença que toca outras vidas. Assim, viver filosoficamente é aceitar a morte não como inimiga, mas como horizonte que dá forma ao caminho. É compreender que a eternidade não está no tempo, mas na intensidade com que cada instante é vivido.

Continuar lendo
Vida

Filosofando

004.681.775-90 Somos estrelas cadente A estrela cadente não se preocupa com o fim de sua trajetória; ela cumpre sua função: iluminar o céu, ainda que por um instante. Da mesma forma, a vida humana encontra grandeza não na duração, mas na capacidade de irradiar sentido — seja através do amor, da arte, do conhecimento ou da simples presença que toca outras vidas.

Poema

×=+>Canção da noite

A noite sussurra sua canção de solidão, Embalando corações perdidos na escuridão. As estrelas piscam como notas silenciadas, Enquanto a lua observa almas desencontradas. Um vento brando percorre a cidade vazia, Levando segredos e saudades tardias. Na penumbra, um sonhador hesita a chorar, Mas a noite, paciente, o ensina a escutar. J.p.l

Continuar lendo

Incerteza

**A Jornada do Incerto** Ao cair da noite, silêncio profundo, O destino é um sopro, um eco no mundo. Que caminhos escolhemos sem saber? E o que buscamos no amanhecer? A noite traz perguntas sem resposta, O medo nos ronda, a dúvida encosta. Mas será que o incerto não é também, Um convite ao novo, ao que nos convém? E quando o amanhecer gentilmente sorri, Mostra que há beleza no que está por vir. Pois o que é certo, se não a mudança, E o que é vida, se não confiança? Deixe o vento guiar, deixe a alma fluir, Que no incerto há força para o porvir.

Continuar lendo

Noite _2

Pt:2 As estrelas lá fora piscam em cumplicidade, Enquanto a mente vagueia em busca de paz, Cada minuto se estende em eternidade, E o sono, esquivo, não vem jamais. Mas há beleza na quietude da noite, Nos segredos que ela sussurra ao coração, E mesmo na insônia, há um toque de açoite, Que desperta a alma para a introspecção.

Continuar lendo

NOITE

Pt:1 A noite passa rápido para os que dormem, Mas é companheira daqueles que viajam lentamente, Pelo vagão da insônia, onde os pensamentos fervem, E o silêncio se torna um amigo presente.

Stopp

A madrugada chega, silenciosa e fria, Mas a chama do querer, em mim, irradia, Um calor que atravessa a escuridão, Alimentando a esperança no meu coração.

Silencio

No Silêncio da Noite No silêncio da noite, onde a escuridão me abraça, Me tranco em pensamentos, buscando uma falsa paz. Perdido em dilemas, minha identidade se desfaz, E a máscara que uso, ninguém mais vê, ninguém mais caça. Quando todos dormem, minha mente não descansa, Maquinando ideias, buscando uma esperança. Será que a morte é a solução para o meu desalento? Ou apenas um eco, um grito no vento? Se eu sumisse na calada da noite, Será que alguém sentiria minha falta, meu açoite? Mas uma voz suave, no fundo do coração, Diz que há quem se importe, que há uma razão.

Continuar lendo

Quem sou eu

Se pudesse me trancar em um quanto escuro, parece que resolveria meu problema, mas me pergunto que problema é vejo que eu estou em um dilema, acho que estou perdendo minha identidade e as vezes passo uma falsa imagem de que tá tudo bem, mas só eu sei e mais ninguém que quando chega a noite onde todos estão dormindo eu fico maquinando nos meus pensamentos se a morte não seria a solução para o meu desalento. É quando todos estão dormindo eu reflito e penso se eu sumisse na calada da noite ninguém sentiria minha falta, mas uma voz encoa e quem se importa?!

Continuar lendo