Ainda havia muito nas tuas cinzas , tão vívidas quanto antes .
Tão irresponsável pelas ações como nunca , alheio de lágrimas e pequenos sorrisos .
Alheio de tudo que vive , mas sente sede de ser .
Tão incompleto ao se completar com memórias tão cheias de sentimentos .
Momentos que jamais viverão.
Ass: João Vitor Almeida
Como me sinto infinito e raso .
Sou o contrário de toda a razão...
A emoção que me acorda pra vida .
Me faz ficar em dúvida sobre onde quero ir e ter a certeza de que quero viver mais em meio aos nunca mais que sempre volto .
Ass: João Vitor Almeida
Hoje estou melhor...
Acabei de vez com a dor eterna de ontem .
O amor reacendeu por dentro , por mim , pela vida .
Me reconquistei por tempo indeterminado ao terminar o relacionamento com o ódio.
Ass: João Vitor Almeida
Sou algo escrito que ninguém quer ler , ninguém quer defender a tese. Não há alguém que reze para me encontrar e me chamar de amor . Só a dor me acalenta em um momento que o destino não dá explicações ironizando a minha existência , como se tudo e todos tivessem valor menos eu . Talvez seja porque só enxergo valor nos outros e não olho para o meu . Talvez o amor seja um desconhecido que me toca toda noite ... Mas não penetra meu coração e nem o teu , ambos longe de mim .
Ass: João Vitor Almeida
Continuar lendo
Levante e corra atrás de si , corra mesmo que acabe as forças . Se alcance mesmo que você não se perdoe . Peça perdão ao olhar no fundo dos próprios olhos , tudo que parece simples não é algo simplório mas simplesmente especial. Inclusive você .
Ass: João Vitor Almeida
Nunca vou conseguir me esconder do meu coração. Parece que a cada dia eu esqueço de algo que aprendi. Nada do que aconteceu tem volta mesmo que tudo volte a todo momento para me atormentar. Tenho tanto medo , medo de me deixar levar pelas tuas ondas e me afogar nas profundezas dos teus segredos. Não quero deixar de viver pelo medo e nem ser ingênuo. Me sinto caminhando por lados opostos para ir para o mesmo lugar , um suposto amor verdadeiro.
Ass: João Vitor Almeida
Continuar lendo
De onde vem os monstros desse lugar sempre desconhecido ?
Monstros que entram com ou sem minha permissão sempre na parte da noite .
Me deixando cortes e mortes sem motivos ...
Pelo prazer de ser um perigo.
Que me leva e me traz de volta no outro dia...
Uma mera poesia sem explicação.
O fim e a origem .
Ass: João Vitor Almeida
Continuar lendo
A vida me dá um cafuné...
Antes de gritar no meu ouvido pra mim acordar.
Não tenho tempo pra tomar café...
Só viver sem parar por mim e por todos.
Calando meus gritos sufocados ao encarar o rosto dos mortos de cada dia .
A liberdade me asfixia ...
Pela ansiedade por se libertar ainda mais .
Sempre mais , mas sempre há um novo máximo...
Desafiando.
Ass: João Vitor Almeida
Continuar lendo
Sim é a primeira vez que meu coração se sente infantil , pois sempre me achei maduro pra tudo.
Injusto...
Sim , muito injusto cada gota de sangue invisivel que cai .
Cada lágrima que se vai , onde solto todos os sorrisos inconsequentes .
Ciente de cada ilusão, mas pronto para se jogar de olhos fechados mesmo que eu esteja errado ...
Vou ser feliz a cada momento .
Ass: João Vitor Almeida
Me perdoa por usar nosso tempo para errar ...
E ficar inventando desculpas .
Parece que o amor me pegou em um erro de conduta totalmente coerente .
Parece que as coisas entre a gente não querem fluir ...
Não para nós
Mas por nós
Ass: João Vitor Almeida