Saudade que mata
Outras vez acordando com dor no peito, Esse receio creio que possa passar, Toda vez que na cama me deito, Preta, só consigo te imaginar. Teus cabelos cacheado, liso e ondulado, O beijo da tua boca, infinita sensação, Aquele abraço demorado, bem arrepiado, Quem dera não passasse de ilusão. Tua voz sensual, minha mente escuta, Teu olhar naquele dia de chuva, Me perdi no teu corpo como Ayrton Senna em tua bela curva. Até tentei me embriagar, nisso me jogar, Mas nada funciona, tenho que confessar, Quanto menos sóbrio, mas próximo so subconsciente e mais próximo de te desejar.
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