Orexia em indigência
‘’ Pátria amada Brasil,’’
Miséria e tristeza
‘’ Verás que um filho teu não foge à luta’’
Morrer de fome ou de cede?
‘’ Desafia o nosso peito a própria morte’’!
Quando a fome apertar
Estagnante em passos largos
E seu Antônio não conseguir mais falar,
Nesta hora, dona Maria es de falar:
Meu velho, é só deitar e dormir,
Que a fome és de passa...
Ainda com os armários vazios
Me desespero, e a fome vem me assombrar
‘’ Ao som do mar e a luz do céu profundo’’,
A esperança de um dia melhor virá
Na qual os poderosos fecham os olhos,
E, fazem omitir, apagar, eliminar esquecer,
E novamente o pobre continua
A ser postergado,
Ou seja, não ter notoriedade.
‘’ teus risonhos, lindos campos tem mais flores’’;
Hé, o sorriso és de acabar quando meu filho perguntar?
Mãe o que vamos comer hoje...
Nesta hora não tem coração que aguente,
Chega até a fala corta, de tanta dor
Apenas um copo de água pra saciar...
Isto não é um lamento de um nordestino,
E sim, da fome junto a desigualdade, irracionalidade de um brasil
No qual os singelos,
São maltratados...
"Oh pátria amada Brasil",
"Verás que um filho teu nao foge a luta",
Pois não ah lugar onde se abrigar,
Se esconder ou pra onde escapar,
Essa fome vem para o seu povo devastar...
País de lindas paisagens,
O verde da suas matas,
Já houve na história um dia
Que nos seus cartões postais,
Não Retratou, a realidade do seu povo sofredor.
Sou brasileiro
Sou patriarca,
Vivi e vi muitas coisas
Neste país,
O qual as belas revistas
Não fala
O amarelo da badeira (suposto ouro)
Na realidade são verdadeiras facas!
Pobre, negro ou branco, pardo,
Não para de carregar seu fardo,
A quem disse
Será esse o de alimento?
Não há lamento, ou julgamento, nem mesmo tormento daquele que um dia sonha em não mais se queixar por falta do seu alimento,
Brasil, quem te conhece?
Não te esquece jamais.
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A verdade prevalece
Até o utlimo momento
Que você padece...
(downloading)
Aê tu paga de herói mais eu tô ligado que é vilão!
Sem nem meia palavra e indireta tu gosta mesmo é de pregação né!?
Então segura aí o meu sermão,
Junto a minha opinião.
E porque teu discurso de pregação aqui não rola rapaz!.
Tá tão acostumado a mudar verbo de lugar palavra de sentido e é proposital.
É, fácil é abrir igreja em fundo de quintal.
Difícil mesmo é aceitar casamento homoafetivo como normal...
"Na casa de meu pai a muitas moradas". Mas sabemos que é exceto pra viado, puta, maconheiro e sapatão!
"Meus irmãos eu tenho a cura!
Eu tenho a cura em minhas mãos"!
Diz que cura viado no grito,
Na surra se precisar!
Cura puta com um tanque de roupa pra lavar,
curar maconheiro é fácil é só o demônio do corpo expulsar,
Macumbeiro é mais difícil?
Trabalho de limpar né sabe como é, não vem sozinho.
Você expulsa a Maria Padilha e o seu Zé mas o Erê fica ele não arreda o pé.
Vocês nós colocam como errados e julgam a cor dos nossos panos?
falam que adoramos o diabo mas o atabaque ainda tá falando
E é por isso que eu não me calo,
Pra vocês que não sabem,
Milhões de vidas dizimadas!
Índios e caboclos que aqui viviam,
As benditas santas almas dos escravos que aqui sofriam.
Salve o povo dos quilombos que nessa terra sempre residiam.
E hoje me faço instrumento,
levando a doutrina da minha religião
A qual onde o preconceito religioso ainda é a causa de 70% de denúncias de agressão...
Quantas Marias não foram mortas por aí? Que a polícia mata e fala que foi por culpa das balas,
Ou dos bandidos que quiseram trocar tiro perto da escola
Eduarda presente,
Herda a vida de quem já nasceu sabendo desviar e encher o pente...
Sente que cada lagrima que cai sobre a noite é por saber que a pele preta na África era valorizada,
E quando chegou aqui foi escravizada, açoitada, marginalizada e desumanizada...
Sente oque eles sentem é dor!
E que liberdade é essa que até hoje banalizam o nosso a
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Após um certo tempo dormindo, me despertei
Achando que tudo mudaria,
Mesmo na escuridão adormeci ...
Dormindo ou acordado
Ali, abri os olhos
Com concepção falar, pensar ou agir
Ou pensar sob a escuridão do meu quarto
Tão tenebroso, a me ferir
Mais o que tinha acontecido?
Nada, ninguém!.
Mais o que aconteceu?
A procura de um rosto conhecido
Novamente nada encontrei
Apenas comecei apreciar o vazio da escuridão
No silêncio escuro e gelado .
Talvez apenas tivessem
Apagado as luzes do meu quarto,
O que me refletia
Era apenas, escuridão solidão
A esse ponto ja não sabia
Com tanta inquietação,
Por que tanto silêncio?
Que paradigma
Ali, aprendi o que era solidão
Completamente sozinho,
Sem barulhos dos pássaros
Sem aquela caótica cidade barulhenta
Ao ponto onde minha mãe
Não me chamava mais
nada, nada...
Sentimentos não consistia
Talvez isso explicasse
O gelo que sentia
Sobre alguma novidade,
Esperança?
Não. Há esse ponto
Ja havia subtraído toda ferida
Preexistente na minha vida
Desistir ser Racional,
Rebeldia será sua
Eterna amiga
Acredite...
Não se oponha a esses fato surreal
-não sorrir
-ser anti-social
-não conversar
-querer a solidão
Afinal no fim será só eu...
Será só vc.
E eu fui, eu segui
Eu me enrolei nessa
Tão sonhada atenção
E no final...
A minha melhor amiga
Consumiu minha vida
até nao restar
nem um sopro
Alegria, amor ansiedade
Tudo compadeceu
Principalmente a felicidade
Que ali, a sete palmos abaixo
Morreu.
Lembra daquele escuridão do começo
Que te relatei
Então, seu "Aminguinho aqui compadeceu"....
Quem me viu?
Quem me notou?
Quem cuidou de mim?
Ninguém, pois os loucos são tratados com balinhas do sono.
E pra quê, se no fim somos
Icebergs congelados...
Loucos frios....
Jerônimo Gêh Fiet. Jessika Silva
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Ter um irmão
É como ter um guardião
Das melhores lembranças,
Onde só descansa
Ao receber um abraço
Mesmo com a maior distância
Hoje sentado aqui nesta mesa
Em frente ao computador,
Em ritmo a solidão
Você não sabe a dor
Que me fez compor,
Junto a melhor recordação.
Não poderia deixar de falar
Em uma lembrança arretada
Que foi nossa infância.
Onde a gente brincava, pulava
Até na briga saia
Até escutar o grito de mainha,
Brava que nos chamava
Passa pra dentro filho de rapariga
Antes que eu pegue a sinta,
Ai você vai ver uma nega doida arretada
Te dando um tapa,
Pra continuar esse verso
Vou entrar em uma parte
Onde eu rezo,
Que me toca e me faz chorar
A história desse irmão
Não poderia ser igual outra
Onde me dá uma dor da gota,
Agora és de te falar.
No rumo certo do vento
Você se tornou uma estrela,
Que eu pude contar e confiar
E junto ao céu, toda noite
Vejo, você brilhar.
Nosso sonho morreu devagarinho
Com flores violetas; há triste cor!
Hoje à noite es de chorar bem baixinho
Junto a saudade e a dor.
Mas vou lembrar sorrindo
A lembrança que tenho tido,
Com um sorriso mais bobo e lindo.
Multiplicar suas rizadas
Me trazem sonhos lindos,
Igual aquele segredo
Que você tinha me dito.
Pode ficar tranquilo
Que só os meus sentimentos
Há ele sim...
É que tenho dito.
De longe ou de perto
Quero que você se lembre
Que meu amor novamente
Se resume em gratidão...
Para terminar
Esse conjunto de palavras
Onde aqui tenho escrito.
Preste atenção
No que Platão ja tinha dito.
O filósofo tem escrito;
‘’ Se não encontras a alegria aqui nesta terra,
Procura-a irmão para as além das estrelas’’.
Pois é no céu que tu
Simplesmente reinas.
Jeronimo gêh
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Lá fora continua molhando
Eu prevejo pelo barulho
Mas enquanto me derretido aos prantos
Deitado aqui nesse canto,
Me resta um pouco de orgulho
Há! Escutar os ventos
Assim como a água escorre
Pela famosa telha
Há quem me veja,
E nem me aconselha,
Pois a mesma água que escorre na biqueira
E a mesma q do meu olho lagrimeja...
Jerônimo gêh
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