TEMPO
Estou vendo meu corpo terreno se desvanecer A paisagem muda de forma frenética Não peça nada ao tempo, ele não vai se compadecer A sanidade e pequenitude me faz entender isso de forma caótica Segura minha mão Não me deixa sozinho Somos como formigas subindo a árvore do grande plano divino Henrique Eduardo
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