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Caroliny Moraes

@heidishott · desde 2026

Uma mente agitada que escreve apenas o que vier.

15 poemas 8 seguidores 5 seguindo

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Aviso

Olá a todos os poetas e poetisas desse app. Gostaria de fazer uma recordação muito importante: Tenham consciência sobre quem querem colocar no poder, não aceitem uma certa família quererem dar nosso país de bandeja para os EUA. NÃO SOMOS QUINTAL DE NINGUÉM! Não votem em um político por ser o mais popular, ou pela emoção, análise se as propostas são semelhantes ao o que acredita! E o mais importante, não vote em um político porque gosta dele! Eles ganham votos cabrestos com propostas rasas e emoção! Atenciosamente, Para todos os poetas

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Dos bons:

Das minhas mãos geladas Faço bom proveito Dos bons frutos Me alimento Dos suspiros gelados Me adormeço Das boas flores As roubo para mim. Mas das muchas? Pisoteo-as

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Culpa do diabo

Somos seres de mente aberta Seres que se escondem em baixo da coberta. A liberdade de expressão não serve de nada, ideologias diferentes da minha? que nada. Condenam meu pecado? Mas por quê? sendo que foi culpa do diabo eu trair meu marido, Foi culpa do diabo que menti para meus amigos, Foi culpa do diabo eu ter cobiçado outro homem, Foi culpa do diabo.... Tampo meus ouvidos, cego meu olhos e me convicto disso.

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Mau ou mal

Não basta apenas ser mau. O mundo gira em torno de pessoas que fingem ser "mal"

Música

Fruto proibido

Ei, amigo Ainda é cedo Escuta o que estou dizendo Pega na coxa daquela mocinha Geral dando a saídinha Não se limita ao consenso Não liga para tantos conselhos Como dizia os engenheiros "a juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes" Você é jovem Leve e contido Desfrute do fruto proibido! Não seja tão reprimido A vida anda de passagem Você é jovem Que compromisso? Desfrute do fruto proibido! E fórmula de baskara não é de nada E a poesia decaiu como porrada Borboletas no estômago são contos de fadas Você é jovem amiga! Não leva nada Prova da balinha e usa o canudo! Que irônia, leve e pesada Vem com com a rapaziada Você é jovem Destemido Não tenha medo do perigo! Que maldade A juventude é uma viagem! Não se limite ao senso crítico Aproveita dessa paisagem Que cruel viver assim Estamos na porta do "bostil"

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Seriedade

Sussurro

Te observo de longe. Sem o tocar Não posso voltar atrás, porém não pensaria duas vezes antes de retornar. Seu jeito doce e maduro. Me faz sentir verde demais para entender-te Enquanto me preocupo com amanhã, tu sorri. Enquanto você dorme, estou acordada. Enquanto se fecha, abro-me Sou como uma flor prestes a murchar. E desabotoaria para ti.

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Fábula

Seu Waldir

Seu Waldir foi meu vizinho, sendo meu padrinho. Me observava do canto da calçada, com seu vidro de cachaça e música alta. "Olheiro, terror da freguesia!" Arrumando sempre brigas em Portas de bares, absorvendo a vida alheia. Um dia, seu Waldir morreu. Sua morte, um mistério até hoje. Uns dizem que foram fofocas, outros falam que foi briga de bar. Mas eu acredito, que se foi dizendo para debochar. Waldir, para muitos, louco. Mas me ensinou a não levar a vida a sério. E ironicamente! escreveu isso em seu legado no necrotério.

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Seriedade

Cotidiano

Caso arquivado, seu mundo astral. Coisas que queimam, e fatos no volume mínimo. Essa a metáfora no hoje e no amanhã. Suas atitudes, seu Jeito destrambelhado, Sua luz acessa e toda Atividade seca, Presos em cativeiros estéticos cheio de lição de moral. Apoiado aos pensamentos desiguais E tudo fora do normal. Cheios de sede de respostas e descuido do próximo.

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Poesia

Brisa solar

Silêncio, sol na brisa Seus raios ultravioletas Que atingem o meu coração. Dos cabelos morenos. A pele brozenada; Caipirinha ao som do pagode. Sentado na areia, pés nas ondas Em grande reflexão. O mar sereno, que me puxa ao seu destino. O vento, que me leva junto a ele; Água de coco e a leveza compreensão. O cenário perfeito, para desaparecer; em meia imaginação.

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Fábula

Gatos

Todos os gatos estavam reunidos no jardim. Os mais otimistas ficavam entre flores cantarolando coisas bonitas. Outros faziam piqueniques, assistiam ao pôr do sol. Mas à noite, apareceu um gatinho medroso. Ele tinha medo das luzes e da escuridão. Chorava em seu quarto com seus efêmeros picos. Se desprezava e não entendia o porquê. — Eu sou tão incompetente! — Suas lágrimas se misturavam ao tecido do seu travesseiro. Em seus pensamentos, ele é tigre, feroz e assassino. Os marejos de dor por carregar tanto medo, suas fantasias e suas vozes não calavam. Ao amanhecer ele se escondia nos lençóis e marejava ainda mais... Por quê?

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