Vício do inferno
Direto com o diabo Caminhando ao inferno Lado a lado Um tiro disparado Mas uma alma contada Com uma faca Mais uma pessoa matada Separando um por um Órgãos para o mercado negro uhum Vou indo com o diabo lado a lado Mexendo com corpos Sem pedir permissão Tirando seus corações Em troca de dinheiro Me dê um maço de dinheiro Derramo o sangue de inocentes Se eu não me ferrar Tanto faz A consciência já morta Não sabe mais o que fazer Virou vício decapitar e ver morrer Não consigo passar um dia sem ver o sangue puro Quero seu sangue E sua alma As vezes penso Por que eu não paro Mas virou um vício Sem fim Não posso fazer nada se é assim que a coisa anda Mas afinal Vou caminhando ao inferno Acorrentado ao vício de sangue Preso a vontade de matar Então não me culpem Mas o vício de sangue eu tenho E não consigo parar Chiyo Haruka (É apenas um poema fictício sem relação a religião e sim, mas como a história de um serial killer então não levem como blasfêmia ou algo do tipo, agradecida)
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