sozimho
Eu estou completamente solitário Passa o dia, vem a noite, agonia A tarde entristece, cinzenta e fria E eu aqui no cerrado, destinatário O por do sol, de belo, virou nostalgia Numa clausura da saudade... Unário Eu, vejo o tempo não mais temporário Tal folha de outono sem a autonomia
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