Não sei como
Não é só sobre lembranças Ou expectativas Imaginar como seria O que havia é como o que há Se dói é porque é real A palavra dita ainda vive A promessa feita persiste indelével Ainda consigo ver Ainda está aqui Forte e profundo Queria saber como dizer Não sei se sou claro o suficiente Talvez não escute meu chamado sutil Não espere que eu vá assim Sempre estarei aqui Queria que ouvisse meu chamado sutil Queria saber como dizer Mas não sei como
Nilza Poetisa
Oi Edilânio. Teus poemas transmite um apelo. E como eu li tudo A solução sempre é falar com a pessoa que desejamos. Por ruim que seja a resposta. Um ótima noite pra vc
Edilânio Valentim
Não sei como