Marcas
Marcas Das coisas que perdemos Ficam as marcas, Seja do sorriso discreto, Ou da mão amiga... Tem as vezes que magoamos Sem querer, Esse é o peso das circunstâncias, As quais não conseguimos controlar... Há algumas pessoas Por quem eu daria a vida, A tortura é ter que escolher. E esse é o mistério que me persegue, Vendo-me perder a cara, Ao passo desse meu fingimento Que é perder a vergonha, Mas está morrendo por dentro... fingir-me de forte Enquanto suporto o peso do castelo. meu fingimento É o remendo das rachaduras Nessa grande edificação, Ele suporta o frio e a chuva forte, Suporta as tempestades e o calor do sol... Penso que alguém vai falar algo, Deixa! depois eu dou um jeito, Um jeito, Um Jeito... Dione Farias
Nilza Poetisa
Uma poesia muito profunda Cheia de sentimentos guardados. E quem não os tem né? Boa sorte pra vc 🍀🍀🍀