os quatro cavaleiros do apocalipse
Hoje o mundo ficou escurecido Eis que andam novamente no mundo Os quatro cavaleiros do apocalipse Quatro demônios desgraçados Caminham pelo mundo Trazendo dor, infortúnio e morte. Pisam no chorume Que escorre pelo chão, Do sangue dos inocentes. Que morrem em vão Aí de ti mundo Aí de ti penitente Que junta as mãos em prece Incapaz da mão estender ao irmão que precisa. Incapaz de socorrer Medo de morrer. Se avizinha no horizonte A besta da pestilência Cavaleiro da peste Traz pela mão pútrida Dores e doenças Sofrimento de adultos assassino de infâncias Vem pelo mundo O cavaleiro da fome, Trazendo a miséria, A desgraçados no mundo Países em seca sem alimento, sem sustento Chora de fome humanidade Adiante se apresenta O cavaleiro da guerra Marcha sobre sangue Dos soldados de Países combalidos Abatidos Vem na forma de aviões Que despejam seu veneno na terra Infectam rios e matas Bombas,rajadas de balas Fogo que despejam do céu A terra chora sangue E as bestas urram em festa Por fim A diante vem o cavaleiro da morte Implacável Imparável Seu toque definha a vida Seu toque fenece E a vida desaparece Assim caminham os quatro cavaleiros do apocalipse Delonir cavalheiro Canoas/ RS
Nilza Poetisa
Pode ser fantasia. Mas empiricamente eles existem Forjados em gravatas ou togas. Mas existem , meu amigo 👏👏
Delonir cavalheiro
cada dia mais verdadeiro. este e bem antigo, escrevi bem antes da pandemia. mas se olharmos o mundo hoje. não parece atual? bom dia guria
Ricardo Ferreira Guedes
muito bom, ótimo